O primeiro surto ocorreu nos corredores de um supermercado no Reino Unido. No último surto, Amélia manteve o comportamento por cerca de 80 dias consecutivos
Gritaria, violência e gargalhadas histéricas que lembram um “comportamento possuído” fazem parte do cotidiano da britânica Amelia Ashcroft, de 8 anos, diagnosticada com “Síndrome do Exorcismo”.
O comportamento tem sido relacionado com uma infecção das amígdalas e se tornou cada vez mais frequente na rotina da menina. Apesar de ter passado por um tratamento, Amelia passou a abrir e a fechar a boca com violência, com mudanças radicais de personalidade.
O primeiro surto ocorreu nos corredores de um supermercado no Reino Unido. No último surto, Amélia manteve o comportamento por cerca de 80 dias consecutivos. A menina estava em uma aula de ginástica com a sua mãe, Nikki Ashcroft, quando se sentou repentinamente em uma cadeira agitando os braços, rindo de forma histérica. “Tentei falar com ela, mas parecia estar em transe. O comportamento repetiu-se quando fomos jantar a um restaurante. Estava tão chocada”, contou a mãe ao jornal The Sun.
Veja também

Normal ou bizarro? Homem polemiza ao dizer que divide cama com a mãe
5 Árvores de natal mais malucas que você vai ver
Desesperada por ajuda, Nikki postou um vídeo do surto de Amelia no Facebook, em um fórum de deficiência. Uma mulher, membra do grupo, falou sobre a possibilidade da criança sofrer de PANDAs, também conhecida como a Síndrome do Exorcismo. Doença rara, causada por uma infecção grave no cérebro. A doença provoca tiques, mudanças de personalidade, ansiedade e transtorno compulsivo-obsessivo (TOC).
Os médicos optaram pela retirada das amigdalas de Amelia, como forma de parar com as sucessivas infecções que desencadeiam os surtos. No entanto, mesmo após a cirurgia, a menina passou a desenvolver novos quadros infecciosos que resultaram em outros tiques, como lamber os lábios compulsivamente até retirar toda a pele.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram
O bloco de surtos obrigaram um novo internamento da menina, o que desesperou a família, que não sabe como apoiá-la. “Quando tudo acalma é ótimo porque tenho a minha filha de volta. Mas sei que a qualquer momento ela pode desaparecer e agir como se estivesse possuída”, lamenta Nikki.
Fonte: Curiosamente