Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - Ao menos quatro décadas, o prefeito afastado por ordem da Justiça Federal, o ex-varejista do ramo de secos e molhados Gean Campos de Campos (MDB) é acusado de operar um suposto sistema de escudo de práticas irregulares voltado a desvio de recursos públicos da educação, saúde, previdência, promoção social e erradicação da pobreza.
Segundo João Roberto (com atuação na Amazônia Ocidental e Oriental brasileira), é atribuída a Gean de Barros, em 2012-20, eleito prefeito, o suposto desvio de cerca de R$ 12 milhões dos cofres do Instituto de Previdência Municipal de Lábrea (LABRE-PREVI), transportados em um barco supostamente pertencente ao empresário de prenome Ivan da cidade de Lábrea.
Essa informação corre solta nas rodas de conversa na lendária Praça do Fuxico, no largo da Matriz, em Lábrea. Porém, não foi confirmada pelo presidente do Instituto, Rosifran Batista, sobrinho do candidato a vice-prefeito (Jesus Batista) na chapa do ex-funcionário da Ceasa de Manaus, Mabi Canizo (União Brasil). No entanto, os segurados do órgão já informaram a Promotoria Pública (MPE-AM). Até agora, o órgão não teria instaurado nenhuma Ação Civil Pública (ACP).
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Nesse período, segundo informações, tem demonstrado cada mais poder político e financeiro a ponto de evitar “o cumprimento das penas atribuídas a ele, já que conta com a ajuda das bancas de advogados do compadre senador Eduardo Braga, em Brasília”. Além de condenações na esfera do Judiciário (Estadual e Federal) em que tem contado com a “ajudinha de policiais civis e militares em ocorrência de embriaguez ao volante, com vítimas”.
Recentemente Gean de Barros se envolveu em um acidente, aonde dirigia um veículo com sinais de uso de drogas e álcool, com duas prostitutas nuas em sua companhia”, revelaram testemunhas, à época.

Atualmente, depois de quatro mandatos eletivos, Gean de Barros, “exibe-se impune de todas as condenações”, inclusive a pedido do Ministério Público Federal (MPF-AM), Tribunais de Contas (Estado e União). Um dos casos mais polêmicos é de exploração de mão-de-obra de crianças e adolescentes em seringais de sua propriedade e do sogro de prenome Gadelha, pai de sua atual mulher, próspera empresária do segmento da Dermatologia manauara e carioca.

Em operação, polícia e Justiça adentram a
casa do prefeito afastado, em Lábrea
Além de fazendas, madeireiras, iates de luxo, condomínios (em Manaus, litoral carioca e do Rio de Janeiro e do Nordeste) sob a administração do candidato a vereador conhecido por Jordan, “Gean de Barros seria dono de 15 postos de combustíveis no eixo Manaus, Manacapuru, Coaria, Boca do Acre e na capital Rio Branco, do estado do Acre. Recentemente, informações explodiu denúncias que viria investindo em candidatos a prefeitos de Boca do Acre (o maior gasto seria com o irmão bastardo Frank de Barro, ex-secretário de Finanças da prefeitura de Lábrea e em vereadores).

Um dos 15 postos de combustíveis localizado
na Rua Campos Sales, Zona Oeste de Manaus
- A estratégia é assegurar sua impunidade com a possível eleição a deputado federal, afirmam ex-secretários e servidores demitidos por Gean de Barros, atualmente, integrando fileiras de partidos de oposição.
USEIRO E VEZEIRO
Ao lado de prefeitos protegidos pelos deputados Adjuto Afonso, Átila Lins e o senador Eduardo Braga, Gean de Barros divide com os prefeitos de Pauini (Renato Afonso), de Canutama (José Roberto), Dona Maria de Oliveira (Beruri) na calha do Purus, “um grande sistema de proteção apelidado por oponentes de escudo de impunidade para políticos poderosos no estado do Amazonas’.
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- Todos eles não estão nem aí para o que dizem o Judiciário, os tribunais de Contas e órgãos de controle contra suas administrações eivadas de denúncias de corrupção e sangria dos cofres públicos, afirmam servidores da educação básica e do hospital Regional de Lábrea com salários atrasados e do rateio do Fundeb e do antigo Fundef.
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