Forte escolta policial na chegada do vigilante acusado de torturar e matar a jovem Débora
Chegou em Manaus e foi apresentado na Delegacia Geral da Polícia Civil no começo da noite desta quarta-feira, 9, o vigilante Gil Romero Machado Batista, 41, que matou de forma cruel a jovem que esperava um filho dele e estava no oitavo mês de gravidez, Débora da Silva Alves, 18 anos de idade.
Muitos populares estavam na frente da DG localizada na Avenida Pedro Teixeira, bairro da Chapada, Zona Centro-Sul de Manaus, e todos se manifestaram de forma hostil chamando o homem de assassino covarde e outras agressões verbais.
A imprensa foi atendida em uma entrevista coletiva em que participaram o delegado geral da Polícia Civil do Amazonas, Bruno de Paula Fraga, o delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Ricardo Cunha e a delegada que também está no caso, Debora Barreiros.
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Gil Romero foi preso na terça-feira por volta das 21h na Comunidade Curuá, zona rural do município de Óbidos, Estado do Pará, onde estava se escondendo há vários dias depois de fugir de Manaus, primeiramente para o município de Manicoré, no Amazonas.
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Gil Romero é retirado da viatura e levado para dentro do
prédio da Delegacia Geral da Polícia Civil do Amazonas
no começo da noite (Foto: Divulgação)
Durante a coletiva com os delegados, foi repassado para a imprensa que a investigação do caso vai continuar, Gil Romero, ainda será interrogado para que dê sua versão sobre a grave acusação de ter sido o principal autor do assassinato perverso da jovem que estava esperando um filho dele e morreu torturada e queimada.
O vigilante foi transferido do município de Óbidos para Manaus, o avião pousou no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes e depois de sua apresentação aos delegados que concederam a entrevista coletiva à imprensa, foi levado para a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).
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O delegado titular Ricardo Leite foi quem encerrou a coletiva afirmando que já está preso o outro participante do crime, José Nilson Azevedo da Silva, vulgo “Nego” e que as investigações terão continuidade e garantiu que todos os envolvidos serão presos.
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