Investigação da Polícia Federal aponta plano de militares para assassinar o presidente Lula, o vice Geraldo Alckmin e o ministro Moraes
A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), pediu a condenação de todos os envolvidos no plano Punhal Verde Amarelo, que tinha como objetivo os assassinatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT); do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB); e do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Investigação da Polícia Federal (PF) mostra o envolvimento de militares do Exército na trama para o assassinato de Lula, Alckmin e Moraes em dezembro de 2022. Os suspeitos teriam usado as dependências do Palácio do Planalto, durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL), para esquematizar as mortes.
“Todos os autores do plano para assassinar Lula, Alckmin e Moraes foram ministros efetivos ou interinos de Jair Bolsonaro. A trama foi discutida e aprovada na casa do candidato a vice de Bolsonaro. O plano Punhal Verde Amarelo foi impresso no Palácio do Planalto, onde ele tinha gabinete, e levado ao Alvorada, onde se escondia”, escreveu Gleisi na rede social X.
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A presidente do PT alega que o maior beneficiado pela trama seria o ex-presidente Jair Bolsonaro e chama os militares de “terroristas”.
“O maior beneficiário dos crimes e do golpe seria Jair Messias Bolsonaro. E agora querem dizer que ele não tinha nada com isso? O Brasil só terá paz e só ficará livre dos terroristas da extrema direita quando todos eles pagarem por seus crimes, a começar pelo chefe”, completou.
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A investigação da PF aponta que o plano dos militares tinha como intuito impedir o retorno de Lula ao Palácio do Planalto e a manutenção de Bolsonaro no poder. Nessa terça-feira (19/11), cinco envolvidos foram presos por suspeita de envolvimento no caso, sendo quatro militares e um policial federal.
Fonte: Metrópoles