Na celebração dos 100 dias da gestão de Lula, o governo relacionou na sua lista de feitos até mesmo a volta da exigência de visto para a entrada no Brasil de cidadãos dos Estados Unidos, Japão, Austrália e Canadá.
A flexibilização dessa obrigatoriedade ocorreu no governo Bolsonaro.
Nas ações de política externa, um dos materiais de campanha é sobre essa decisão do governo, que tem sido muito criticada pela oposição no Congresso Nacional e por especialistas em relações exteriores.
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Uma das peças do governo enaltece a medida: “Cabeça erguida, direitos iguais. Turistas dos Estados Unidos, Austrália, Canadá e Japão voltam a precisar de visto para entrar no Brasil”.
O que o governo quer dizer é que se esses países exigem visto de brasileiros, a recíproca será verdadeira.Em recente reunião na Comissão de Relações Exteriores da Câmara, parlamentares decidiram chamar autoridades do governo para explicar a medida.
Petistas presentes, como o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), ex-presidente da Câmara, disse que essa decisão ainda não estava tomada pelo governo. Mas foi sim, e passa a vigorar em outubro.
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As outras ações de política externa que integram as medidas dos 100 dias estão o “retorno da credibilidade do Brasil no mercado internacional”, a reaproximação com a China e o aumento em US$ 15,7 bilhões em reservas internacionais nos primeiro três meses de governo.
Fonte: Metrópoles