Documento de Alexandre Silveira contém informações sobre possível conflito de interesses para ocupação de pasta de Minas e Energia
Um documento que avalia a possível existência de conflito de interesse na ocupação do cargo de ministro por Alexandre Silveira, na pasta de Minas e Energia, teve o sigilo imposto pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva. O período é de 100 anos.
O documento é uma exigência entregue ao Palácio do Planalto e visa a informar se há parentes de até terceiro grau no exercício de atividades que resultem em incompatibilidade com o cargo de ministro. As informações são do UOL. O termo tem o nome de Declaração de Conflito de Interesses (DCI).
A resposta teve como última decisão tomada pela Comissão Mista de Reavaliação de Informações (CMRI), que argumentou haver necessidade de proteção ao sigilo fiscal.
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O presidente Lula foi um crítico recorrente de sigilos decretados pelo antecessor dele, Jair Bolsonaro. A Lei de Acesso à Informação (LAI) completou 11 anos de existência neste ano. Em maio, o presidente Lula assinou decretos que faziam alterações no texto, como um que previa ocultar dados pessoais de alguns documentos. Nestes casos, as demais informações seriam divulgadas.
Em sua defesa, a CMRI ressaltou que a Presidência deixou de utilizar as Declarações Confidenciais de Informações (DCI) e passou a adotar a Declaração de Conflito de Interesses, que teria informações mais detalhadas.
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Ao UOL, por meio de nota, a Casa Civil argumentou que “o caso em questão se trata do estrito cumprimento das normas legais vigentes e não de imposição de sigilo por parte do Governo Federal“.
Fonte: Metrópoles