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Guia da eleição nos EUA: Trump se aproxima de conseguir nomeação republicana
Foto: Reprodução

No último domingo (4/3), Nikki Haley conseguiu a primeira vitória contra Trump em Washington DC, mas já não se espera que ela apresente uma ameaça à uma nova candidatura do ex-presidente

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta segunda-feira (4/3) que Donald Trump pode disputar as eleições que definirão o próximo presidente do país, marcadas para novembro.

 

A sentença vem depois de, em dezembro, o Colorado ter retirado Trump da votação das primárias republicanas no estado, citando a proibição da 14ª Emenda da Constituição do EUA. Ela proíbe que atuais e ex-funcionários federais, estaduais e militares que "se envolveram em insurreição ou rebelião" contra o país voltem a ocupar cargos.

 

Com a decisão da Suprema Corte de que Trump permanecerá nas urnas, ele fica autorizado a concorrer às primárias na Super Terça, que pode confirmar candidatura dele à Presidência.

 

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No último sábado (2/3), Donald Trump obteve vitórias expressivas nas convenções partidárias republicanas em Missouri, Michigan e Idaho, consolidando ainda mais sua posição como principal candidato do partido para as eleições presidenciais de novembro.

 

No último domingo (3/3), Nikki Haley conseguiu a primeira vitória contra Trump em Washington DC, mas já não se espera que ela apresente uma ameaça à uma nova candidatura do ex-presidente.

 

A sequência de triunfos de Trump aponta um caminho sólido para garantir a nomeação republicana já na próxima semana. As projeções apontam que ele conquistará todos os delegados disponíveis em Missouri e Idaho, de acordo com a CBS News, parceira da BBC nos Estados Unidos.

 

Além disso, há expectativas de que Trump granta todos os delegados restantes em Michigan, onde já obteve êxito no início desta semana ao vencer as primárias e garantir um terço dos delegados estaduais.

 

A projeção mostra que, apesar de ser alvo de diversas ações judiciais e de tentativas de barrar seu nome das cédulas de votação, Trump continua disparado na frente na corrida para conquistar a nomeação republicana.

 

Na temporada de primárias nos Estados Unidos, serão definidos os candidatos que disputarão a Presidência na eleição de 5 de novembro.

 

Na votação geral, várias pesquisas mostram o ex-presidente republicano empatado ou até à frente de Joe Biden — o presidente democrata que deve ter seu nome confirmado para concorrer à reeleição.

 

Apesar de pesquisas de opinião indicarem que muitos democratas gostariam que o partido fosse representado por outro nome, os demais pré-candidatos até agora não oferecem ameaça a Biden.

 

As eleições presidenciais americanas, realizadas a cada quatro anos, são um processo longo e complexo, que começa quase dois anos antes da votação, quando pré-candidatos costumam formar comitês exploratórios para analisar suas chances na disputa e arrecadar fundos para a campanha.

 

Diferentemente do Brasil, onde há várias siglas importantes, nos Estados Unidos o sistema político é dominado por apenas dois grandes partidos: Democrata e Republicano.

 

Candidatos de agremiações menores ou independentes podem concorrer, mas não costumam ter chance.

 

O sistema eleitoral americano é descentralizado, a cargo de cada um dos 50 Estados. O calendário de prévias se estende até o meio do ano, quando os escolhidos para representar cada partido terão seus nomes oficializados em convenções nacionais.

 

Os eleitores americanos não escolhem seus candidatos à Presidência de maneira direta. Nas primárias, os votos elegem delegados partidários, que se comprometem em apoiar o pré-candidato que venceu na votação dos eleitores naquele Estado.

 

Esses delegados irão participar da convenção nacional de seu partido. O pré-candidato que receber os votos da maioria dos delegados na convenção nacional será coroado como candidato oficial do partido.

 

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Na eleição geral, a decisão também fica a cargo de delegados, que formam o chamado Colégio Eleitoral, composto por 538 pessoas. Chega à Casa Branca o candidato que receber pelo menos 270 votos (a maioria) do Colégio Eleitoral.

 

Fonte: BBC

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