Palestinos sentam-se entre os escombros de um prédio residencial danificado, após os ataques israelenses, na Cidade de Gaza
O ataque do grupo militante palestino Hamas a um vilarejo em Israel foi um "massacre" que incluiu bebês e crianças entre os mortos, afirmaram autoridades israelenses na terça-feira (10/10).
Segundo o general israelense Itai Veruv, foram encontrados corpos de famílias inteiras no kibbutz Kfar Aza, próximo à divisa com a Faixa de Gaza.
"Vimos bebês, as mães e os pais em suas camas, e vimos como os terroristas os mataram", afirmou o militar à agência Reuters.
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"Não é uma guerra, não é um campo de batalha. É um massacre", acrescentou.
Foguetes voltaram a ser disparados pelo Hamas contra Israel a partir da Faixa de Gaza na terça-feira (10/10) após vencer o prazo dado pelo grupo extremista para que moradores de Ashkelon deixassem a cidade.
Explosões foram ouvidas logo após às 17h do horário local (11h do horário de Brasília).
A repórter da BBC Alice Cuddy está em Ashkelon e relatou que os moradores foram alertados por mensagens em seus celulares e orientados a buscar proteção. Depois, soaram sirenes.
Cuddy disse que, após primeiras as explosões, não foi possível ver danos significativos pelas ruas ao deixar o bunker onde estava.
Pouco depois, os habitantes de Ashkelon voltaram a buscar abrigo quhando as sirenes tocaram novamente, seguidas por mais sons de foguetes.
"As duas últimas rodadas de mísseis ocorreram com 30 segundos de diferença, com aqueles que deixaram o abrigo voltando rapidamente", disse Cuddy.
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"Estamos começando a ouvir relatos de feridos. As pessoas aqui estão se preparando para uma longa noite."
Fonte: Terra