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Helicópteros da polícia são atingidos por tiros em operação contra chefes de facção no Rio de Janeiro
Foto: Reprodução

Dois helicópteros das polícias Civil e Militar foram atingidos por tiros durante uma operação conjunta das forças de segurança do Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira, 9. A ação visa prender chefes e integrantes de uma das maiores organizações criminosas do estado.

 

Ao todo, mil agentes das polícias Civil e Militar atuam na operação que começou por volta das 4h desta segunda. De acordo com o jornal O Globo, após os disparos, as aeronaves tiveram que fazer um pouso de emergência no Complexo da Penha. 

 

“Nossa aeronaves estão preparadas, nossa equipe é extremamente técnica, e seguindo o protocolo da aviação, eles são obrigados a pousar para avaliar o dano causado.  Elas estão sendo avaliadas para saber se podem voltar a voar”, afirmou o secretário de Polícia Civil, José Renato Torres, durante coletiva de imprensa nesta manhã.

 

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De acordo com Torres, ao longo do tempo que a Operação Maré foi anunciada, o serviço de inteligência da Polícia Civil detectou a migração dos chefes dessa organização criminosa, e por isso, as forças de segurança decidiram aumentar o escopo da atuação também nas comunidades da Vila Cruzeiro e na Cidade de Deus, além da Penha. 

 

O objetivo da ação é cumprir mandados de busca e apreensão, e prisão contra os responsáveis dessa facção. “Hoje, especificamente, queremos atacar essa facção criminosa que está expandindo território, e gerando conflito com outras organizações criminosas, trazendo uma certa instabilidade na nossa segurança”, esclareceu Torres. 

 

As regiões onde ocorre a operação é comandada pelo facção criminosa envolvida nas mortes de três médicos em um quiosque na Barra da Tijuca, na última quinta-feira, 5. “Todos os integrantes dessa facção criminosa que têm mandado de prisão são alvos dessa operação”, afirmou Torres.

 

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O secretário garante que ninguém ficará impune. “Não temos predileção por ninguém, todos serão atacados da mesma forma e na mesma intensidade”. Agentes dos batalhões de Operações Especiais (Bope), de Polícia de Choque e da Coordenadoria de Operações Especiais (Core) atuam nessa operação. Além de aeronaves, são usados drones e câmeras corporais. 

 

Fonte:Terra

 

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