Kaio Brazão, filho de Domingos, vai tentar uma vaga na Câmara pela primeira vez; outros políticos ligados ao clã também irão disputar
O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Domingos Brazão e o deputado federal Chiquinho Brazão estão, finalmente, presos, acusados de terem encomendado o assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL).
Seus herdeiros políticos, no entanto, terão suas respectivas candidaturas à Câmara do Rio de Janeiro mantidas pelo clã.Segundo informações da jornalista Berenice Seara no site Tempo Real, Kaio Brazão, Waldir Brazão e Guilherme Bencardino irão encarar as urnas em outubro.
Kaio Brazão, filho de Domingos, é o único novato.Waldir, que estranhamente usa o sobrenome deles, mas não é da família, vai tentar sua reeleição.
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O último deles é Guilherme, filho do ex-vereador Carlos Bencardino. Ele disputou em 2020 pelo PMN e teve 4.089 votos, acabando como terceiro suplente.Domingos Brazão gozou de significativo enriquecimento desde 1996, quando entrou para a política como vereador carioca. É o que aponta o relatório final da PF sobre a sua participação no crime de 14 de março de 2018.
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O período em que mais enriqueceu vai de 2002 a 2010, quando se consolidou como deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a Alerj. Nesse intervalo, seu patrimônio que era avaliado em R$ 209 mil cresce 2300%, até chegar na cifra dos R$ 5 milhões – os dados foram revelados pelo jornal O Globo. Os valores não estão corrigidos pela inflação, o que pode conferir números ainda mais altos ao montante.
Fonte: Revista Forum