Francisco Wanderley Luiz foi ao gabinete do deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), que o conhecia, mas parlamentar não estava em Brasília
O homem-bomba Francisco Wanderley Luiz, 59 anos, que morreu após provocar explosões em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), na noite dessa quarta-feira (14/11), esteve em um gabinete da Câmara dos Deputados em agosto.
Francisco conhecia o deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC) há muitos anos, e tinha tentado encontrá-lo em outras ocasiões. Na última vez em que foi ao gabinete, o homem-bomba não teve êxito, uma vez que Goetten estava fora de Brasília.
Em agosto, o período eleitoral já havia começado, e a Câmara estava mais esvaziada de congressistas. Goetten era um dos parlamentares que focou no reduto eleitoral durante as eleições municipais.
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Câmeras de segurança do STF registraram o momento em que o homem faz o disparo de um explosivo e, em seguida, explode outro na própria cabeça, ao deitar no chão.
No vídeo, é possível ver quando Francisco chega ao STF, segurando um guarda-chuva. Depois, ele larga o objeto, abre o que aparenta ser uma mochila, tira algumas coisas de dentro e atira em direção à estátua da Justiça.
Seguranças do STF chegam perto dele. Então, um fogo aparece na mão de Francisco, e ele atira o explosivo em direção ao prédio.
Os seguranças se afastam. Neste momento, é possível ver uma fumaça “saindo” do corpo do homem. Segundos depois, um fogo surge na cabeça dele, e ele cai no chão.
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Depois da explosão, servidores do STF colocam cones ao redor do corpo a fim de isolar a área até a chegada da perícia.
Fonte: Metrópoles