Caso inicialmente era tratado como incêndio em casa na zona sul, mas polícia descobriu que homem ateou fogo para matar arquiteto de 61 anos
A Polícia Civil nesta terça-feira (9/4) um homem suspeito de matar carbonizado um arquiteto de 61 anos no dia 30 de março na Vila Sônia, Zona sul de São Paulo.
Inicialmente, o caso foi tratado apenas como um incêndio em uma casa na Rua Tristão de Campos. Mas investigação do 34º Distrito Policial (Morumbi) apontam que o suspeito preso ateou fogo na residência para simular a morte. O corpo do arquiteto foi encontrado carbonizado.
O homem confessou o crime e disse que ele e a vítima tinham um relacionamento amoroso. Segundo a polícia, o criminoso afirmou que os dois se conheceram há dois meses em um semáforo onde o preso vendia doces.
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O investigador do caso afirmou ao portal g1 que o suspeito estava com o carro do arquiteto e um cartão de banco dele, que foi usado por 11 vezes na região do Campo Limpo, também na zona sul. Além disso, ele havia roubado o cachorro da vítima e dado de presente para sua mãe.
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A Polícia Civil foi até a casa da mãe do preso para resgatar o cachorro, que foi devolvido à família da vítima no fim da tarde desta terça (9/4).
Fonte: Metrópoles