Estadunidense precisou remover glande após necrose por uso de anel peniano
Um homem de 68 anos precisou remover parte do pênis após usar um anel peniano por mais de 24 horas. Ele removeu o objeto sozinho com a ajuda de um alicate. O caso aconteceu na Califórnia, EUA. Após uma semana, precisou de ajuda médica, pois sentia muita dor ao urinar, além de ter o pênis inchado e dolorido.
Inicialmente, os médicos perceberam uma coloração diferente e bolhas. Duas semanas seguintes, ele voltou ao hospital e o órgão estava completamente preto — o que indica necrose.
Imediatamente, o homem começou uma leva de antibióticos e foi levado para cirurgia. O objetivo era retirar a carne morta. O paciente perdeu completamente a glande (“cabeça”) do pênis. Foi feito um enxerto com pele da coxa.
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Foto: Reprodução/stefamerpik / Freepik
A cirurgia funcionou e cerca de 85% do enxerto aderiu. O homem teve alta, mas precisará passar por consultas de rotina para monitoramento.
"Até onde sabemos, esta é a primeira descrição de utilização bem-sucedida desta técnica para perda de tecido após desbridamento de necrose peniana secundária ao uso de um anel constritor", disseram os médicos. Ou seja: foi a primeira vez que uma cirurgia assim deu certo.
PARA QUE SERVE ANEL PENIANO?

Foto: Reprodução/FreePik
O anel peniano é usado principalmente para ajudar em disfunção erétil. Colocado na base do pênis, o objeto ajuda a reter sangue no órgão, prolongando o tempo de ereção. Mas há diversas orientações importantes:
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Usar materiais elásticos;
Não usar anéis rígidos;
Evitar usar mais de 30 minutos;
Procurar tamanho e formato certo;
Cuidar da higienização para evitar infecções
Evitar as boas práticas pode levar a hematomas no pênis, infecções, e até necrose com necessidade de amputação — como a da notícia.
Fonte: iG