Moody s reconheceu cenário de solidez dos fundamentos da economia brasileira e um país propício ao crescimento
O dólar à vista encerrou sessão em queda de 0,36%, cotado a R$ 5,44, e o Ibovespa fechou em alta de 0,77%, aos 133.515 pontos, nesta quarta-feira (2/10) após a elevação da nota de crédito do Brasil pela Moody’s. A agência apontou perspectivas positivas que podem levar o país ao chamado “grau de investimento”. Na mínima intradiária, o índice tocou os 133.495 pontos e, na máxima, os 134.922 pontos.
Em seu comunicado, a Moody’s mencionou que a melhora significativa no crédito do país se deve ao desempenho robusto do crescimento do PIB e ao histórico recente de reformas econômicas e fiscais. Nesse contexto, a agência chama a atenção para a relevância do compromisso com as metas fiscais e com a trajetória de estabilização da dívida/PIB, considerando esses fatores fundamentais para a perspectiva positiva do novo rating.
Nota publicada pelo Ministério da Fazenda diz que a elevação da nota de crédito “reflete o reconhecimento dos avanços nas contas públicas, de um cenário propício ao crescimento e da solidez dos fundamentos da economia brasileira”.
Veja também

Depois de queda em julho, produção industrial cresce 0,1% em agosto
Preço do petróleo sobe mais de 2%, com promessa de Israel de retaliar ataque iraniano
Os investidores também repercutiram os dados de emprego dos Estados Unidos. A divulgação do Relatório Nacional de Empregos da ADP mostrou a criação de 143 mil novas vagas privadas não-agrícolas no país em setembro, bem acima da projeção de 124 mil e dos 103 mil novos postos registrados em agosto. Os números mostraram o aquecimento do mercado de trabalho, o que pode levar o Federal Reserve (Fed) a reduzir seu ritmo de cortes nas taxas de juros do país, hoje entre 4,75% e 5,00% ao ano.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
O Fed cortou os juros em 0,50 ponto percentual em sua última reunião, em setembro, e há expectativas de novos cortes nos próximos meses. Porém, o mercado ainda tem dúvidas sobre qual será a magnitude das novas quedas.
Fonte: Metrópoles