O traficante Marcola já tinha prisão preventiva decretada pela Justiça do Amazonas por crirme de homicídio
O homem executado em frente a uma creche na manhã desta segunda-feira (4), em Indaial, Estado de Santa Catarina (SC), era procurado pela polícia do Amazonas e teria sido ameaçado de morte por rivais após trocar de facção criminosa. Uma mulher e uma criança também foram baleadas.
Marcos Gama Barroso, 45, teria vínculo com uma organização criminosa. O nome do grupo criminoso do qual ele fazia parte atualmente não foi divulgado pela polícia.
O homem, que era conhecido como "Marcola", tinha um mandado de prisão em aberto no Amazonas. O mandado era pelo crime de homicídio qualificado. Marcola foi condenado a 16 anos e 11 meses, em regime fechado. Ele era considerado foragido da justiça desde a expedição da ordem judicial, informou a Polícia Civil do Amazonas.
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Ele vinha sendo ameaçado de morte após trocar de facção. Informações preliminares indicam que as ameaças ocorriam "há algum tempo", segundo a Polícia Civil de Santa Catarina, e vinha ocorrendo em razão da troca de facção por Marcos ter desagrado o grupo rival. Desde a mudança, o homem vinha sendo perseguido.
"Marcola" era condenado a mais de 16 anos de prisão em regime
fechado pela Justiça do Amazonas e considetrtado foragido
Polícia Civil diz que Marcos tentava "despistar" os membros da facção rival. Após as ameaças, o homem se mudou para Santa Catarina com a esposa e o filho, e vinha residindo em várias cidades do estado nos últimos anos. Informações iniciais indicam que os suspeitos de envolvimento no crime, que foram presos em São Paulo ainda nesta segunda, são do CV (Comando Vermelho).
A SSP-AM divulgou imagem de Marcos como foragido da Justiça. Em maio de 2022, a SSP-AM (Secretaria de Segurança Pública do Amazonas) compartilhou a imagem do homem com outros cinco membros de facções criminosas que tinham mandado de prisão em aberto e eram foragidos.
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Dois homens desceram armados e executaram "Marcola"
dentro de seu carro nesta segunda-feira em
Santa Catarina (Fotos: Divulgação)
O cartaz informava que Marcos Gama, vulgo "Marcola", tinha mandado de prisão em aberto e era membro de facção criminosa. A pasta solicitou que a população denunciasse o paradeiro dos homens através do disque-denúncia.
A vítima foi executada com 16 tiros após deixar a filha na Unidade de Ensino Infantil Hilário Buzzarello, no bairro Tapajós. A esposa dele também estava na cena do crime, mas não foi atingida, informou a Polícia.
ATENÇÃO! IMAGEM FORTE!

Foto: Divulgação
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