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IMAGENS FORTES! Câmera de segurança flagra momento em que ex-PM é executado na frente da mãe e amigos. TUDO FILMADO. VEJA VÍDEO
Foto: Reprodução

João Carlos de Oliveira Antunes, 56 anos, foi morto por 7 homens encapuzados, na tarde de domingo (14). Bandidos atiraram à queima-roupa e fugiram. Polícia investiga a motivação do crime.

O ex-policial militar executado na tarde do último domingo (14) em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi expulso da corporação por ligações com uma milícia e foi chefe da segurança de um contraventor da região, segundo a investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

 

João Carlos de Oliveira Antunes, 56 anos, estava na frente da mãe quando houve a emboscada.

 

Uma câmera de segurança de uma casa vizinha flagrou toda a ação. João estava com outras pessoas — inclusive uma criança — em frente à casa da mãe, na Rua Spinoza, quando sete homens encapuzados e com fuzis desembarcaram de dois carros e o cercaram.

 

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João fazia um churrasco em casa para familiares e amigos. Ele estava indo comprar carvão em um depósito quando foi abordado pelos criminosos.

 

Após uma rápida discussão, o bando disparou à queima-roupa. Quem estava na calçada saiu correndo. Um dos assassinos ainda atirou em João quando ele já tinha caído no chão. Ele morreu no local.

 

O corpo foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML). Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre a motivação do crime.

 

A polícia pede que quem tiver alguma informação sobre o caso ligue para o Disque Denúncia pelo 21 2253-1177. O anonimato é garantido.


EXPULSÃO DA PM


Antunes trabalhava no Regimento de Polícia Montada da PM e foi expulso da corporação por ligação com a milícia Liga da Justiça.

 

A organização criminosa era baseada em Santa Cruz, Campo Grande e outros bairros da Zona Oeste do Rio.

 

João Carlos de Oliveira Antunes foi denunciado na operação Têmis, de 2009 e posteriormente condenado a 9 anos de prisão.

 

De acordo com o boletim da PM do dia 18 de abril de 2012, ao qual o g1 teve acesso, Antunes foi identificado por várias testemunhas como integrante da milícia. Por isso, foi expulso da corporação.

 

Segundo a denúncia da operação Têmis, Antunes era um dos responsáveis pela execução de homicídios determinados pela chefia da milícia na época.

 

De acordo com informações da própria PM, Antunes foi, por algum tempo, chefe da segurança de um contraventor que atuava na região.

 

Em 2018, um inquérito da Draco apontou a participação dele em uma quadrilha ligada à contravenção na área de Guaratiba.

 

No dia 18 de maio de 2018, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em um local em Campo Grande.

 

Na ocasião, foram encontrados arma de fogo, munições, aparelhos de mira, computadores, grande quantidade de papéis com anotações contábeis e máquinas de jogo de azar.

 

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Foi encontrado também material para reparo dessas máquinas, além de celulares, pendrives, entre outros itens. 

  

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