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Influenciadora é condenada à prisão por fraude em assistência contra a Covid para bancar luxos
Foto: Reprodução

Daniela Rendon, de 31 anos, é uma empresária do ramo imobiliário que utilizou um fundo de empréstimo financeiro milionário contra a Covid-19 para gastar em carros, viagens e procedimentos estéticos nos Estados Unidos. A mulher foi condenada na última quinta-feira (17) pela justiça estadunidense.

 

Daniela, que também é digital influencer, admitiu em abril ter feito fraude eletrônica pela qual havia sido indiciada por acusação adicional seis vezes em fevereiro, além de lavagem de dinheiro e uma acusação de roubo de identidade. O acordo de Daniela com os promotores do caso fez com que as acusações adicionais fossem retiradas.

 

Ao todo, a corretora de imóveis de Miami embolsou cerca de US$ 381 mil. A conversão do valor gira em torno de R$ 1,9 milhão. Segundo ela, a motivação para o crime seria uma “ganância insaciável”. A empresária afirmou ainda acreditar que “todo mundo” fraudou o empréstimo durante a pandemia coronavírus.

 

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Daniela é nascida na Colômbia e mãe de três filhos. O valor foi utilizado para compras de roupas de grife, viagens luxuosas, locação de automóveis caros, em vez de ser investido na imobiliária.

 

A sentença poderia atingir até 20 anos de prisão, mas devido ao extenso pedido de desculpas, escrito em 20 páginas, e à confissão de Daniela, o juiz distrital K. Michael Moore decretou uma sentença branda de 3 anos e meio.

 

FUNDO DE EMERGÊNCIA ESTADUNIDENSE CONTRA O COVID-19


O fundo de emergência que Daniela fraudou se tratava de uma medida do governo dos Estados Unidos a fim de estabelecer assistência aos negócios afetados pela crise sanitária.

 

A Administração de Pequenas Empresas dos Estados Unidos foi responsável por criar o Empréstimo para Desastres por Lesões Econômicas e o Programa de Proteção de Contracheques.

 

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Os empresários poderiam solicitar empréstimos facilitados para custear os gastos de suas empresas e evitar a demissão em massa de funcionários. No entanto, a corretora de imóveis falsificou os documentos de sua empresa, como pagamentos e informações fiscais, para acessar o programa e retirar o dinheiro. 

 

Fonte:Revista Fórum

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