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Integral é melhor? Confira algumas trocas alimentares comuns mas inúteis para emagrecer
Foto: Reprodução

É difícil conseguir emagrecer sem passar por um processo de reeducação alimentar, a popular dieta. No caso das de emagrecimento, o principal objetivo é diminuir a quantidade de calorias consumidas, mas mantendo o corpo saudável e bem nutrido.

 

Para atingir esse objetivo, muitas pessoas apostam em trocas alimentares famosas, com a ilusão de que estarão ingerindo menos calorias. Mas a realidade, segundo os nutricionistas, é que muitas dessas substituições são desnecessárias para atingir o sonhado emagrecimento.

 

ARROZ BRANCO POR INTEGRAL


Por exemplo, é comum que quem faça regime opte pela opção integral no lugar do popular arroz branco, mas o sacrifício não vale a pena. A diferença calórica entre os dois tipos é mínima, bem como a quantidade de fibras e vitaminas.

 

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Mesmo se tratando do índice glicêmico do arroz branco – a capacidade de aumentar o nível de glicose no sangue –, que, de fato, é maior que do integral, a troca não se faz necessária, já que, ao consumir o arroz branco aliado com carne, frango, peixe, ovo, feijão, leguminosas, saladas, legumes, entre outros alimentos, a variedade atrapalha a velocidade de absorção do arroz, mantendo o nível de glicose normal.

 

OPÇÕES AINDA MAIS CALÓRICAS


Outra atitude comum dos reeducandos é vilanizar o pão francês. Assim, tornou-se popular substituí-lo por tapioca, mas a realidade é que a tapioca chega a ser mais calórica que o pãozinho, uma vez que é composta basicamente por carboidratos e contém um alto índice glicêmico.

 

Outra opção comum em dietas mas mais calórica é a batata-doce, ingerida no lugar da batata inglesa. Nesse caso, as duas são indicadas para um plano alimentar saudável. Sua ingestão deve depender apenas do gosto do freguês

 

Para os entusiastas do óleo de coco, também é necessário parcimônia. Ele tem praticamente as mesmas calorias do azeite, alimento que comumente substitui, e ainda com o lado negativo de possuir mais gorduras saturadas, aquelas associadas ao aumento do colesterol “ruim” (LDL).

 

TROCANDO O “SUJO” PELO “MAL-LAVADO”


Substituir o açúcar refinado pelo mascavo ou demerara também é considerado inefetivo, já que todos contribuem com calorias sem nutrientes para a dieta. Para emagrecer, o ideal seria diminuir o consumo de açúcar no geral, substituindo-o por, por exemplo, adoçantes naturais.

 

E como em um processo de reeducação alimentar ainda é permitido comer o que se gosta, desde que com equilíbrio, muitas pessoas apostam no chocolate diet como opção para o chocolate normal. No entanto, essa opção é válida apenas para pessoas diabéticas.

 

Para quem quer perder peso, a troca mais lógica é ingerir chocolates com maior porcentagem de cacau, pelo menos 60%. A chave é consumir com moderação.

 

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Por fim, os chamados biscoitos “fit” geralmente possuem a mesma quantidade de calorias dos normais, o que, para o emagrecimento, torna a preferência por eles inútil. O ideal é evitar qualquer tipo de alimento ultraprocessado, mas, se for o caso, olhar os rótulos e procurar opções com menos ingredientes, de preferência com farinhas integrais ou aveia. 

 

Fonte:Revista Fórum

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