Ebrahim Raisi, morto em acidente de helicóptero, era o favorito para suceder Ali Khamenei como líder supremo do Irã
A morte do presidente do Irã, Ebrahim Raisi, 63 anos, em um acidente de helicóptero no domingo (19/5), trouxe à tona a sucessão de um posto muito mais importante no país: o de líder supremo. Hoje, o cargo é de Ali Khamenei, mas Raisi era considerado a pessoa mais certa para sucedê-lo.
O helicóptero transportava o presidente ultraconservador, o chanceler Hossein Amirabdollahian, Malek Rahmati, governador da província iraniana do Azerbaijão Oriental; e o líder religioso Hojjatoleslam Al Hashem.
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Já antes mesmo de a morte ser oficialmente confirmada, Ali Khamenei pediu para os cidadãos “não se preocuparem” com a liderança do país: “Não haverá perturbações no trabalho do país”, afirmou.De acordo com o artigo 131 da Constituição, o primeiro vice-presidente, Mohammad Mokhber, deve assumir, com a confirmação do líder supremo.
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Mokhber, então, precisa montar um conselho com ele, o presidente do Parlamento e o chefe do Poder Judicial, para organizar uma nova eleição em 50 dias.A partir daí, o mundo vai saber se o país continuará em uma tendência conservadora, como vinha acontecendo. E até que ponto isso afetará a estabilidade na região.
Fonte; G1