Chiquinho Brazão, Rivaldo Barbosa e Domingos Brazão: presos pela PF em operação do caso Marielle
Nesta terça-feira, os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitaram a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra cinco acusados pelos homicídios consumados da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, do homicídio tentado da assessora Fernanda Chaves, além de organização criminosa. O recebimento da denúncia foi aceito por unanimidade.
O deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido), o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) Domingos Brazão e o delegado Rivaldo Barbosa, presos desde março, e o major da PM Ronald Paulo Alves Pereira, que já cumpre pena por dois processos de homicídio, foram denunciados pela PGR pelos homicídios.
Os irmãos também foram denunciados pelo órgão, com Robson Calixto da Fonseca, conhecido como Peixe, assessor do conselheiro, por organização criminosa.
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Os cinco denunciados estão presos preventivamente. A conclusão da investigação foi possibilitada pela delação premiada de Ronnie Lessa, que confessou ter assassinado Marielle e disse ter sido contratado pelos Brazão. Também de acordo com Lessa, Rivaldo teria participado da organização do crime e teria garantido impunidade.
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Segundo a PGR, Marielle era "a principal opositora e o mais ativo símbolo da resistência aos interesses econômicos dos irmãos" e "matá-la significava eliminar de vez o obstáculo e, ao mesmo tempo, dissuadir outros políticos do grupo de oposição a imitar-lhe a postura".
Fonte: Extra