Integrante da Jihad Islâmica durante ato anti-Israel realizado em 6 de outubro de 2023
O grupo extremista Jihad Islâmica Palestina negou nesta terça-feira (17) que seja o responsável pelo bombardeio que atingiu o hospital Ahli Arab, na cidade de Gaza. Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, cerca de 500 pessoas morreram.
A organização foi acusada pelas Forças de Defesa israelenses, depois que o Hamas apontou Israel como o autor do ataque.
A Jihad Islâmica Palestina é um grupo radical islâmico fundado na década de 1980, no Egito, por estudantes universitários de Gaza, com o objetivo de formar um estado palestino nas regiões de Gaza, Cisjordânia e partes de Israel.
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Bem menor do que o Hamas, não participa de eleições e foca no combate armado contra Israel. É considerado um grupo terrorista também pelos Estados Unidos, União Europeia e Israel.
Ao longo do tempo, assumiu ataques suicidas e terroristas e não reconhecem a existência do Estado Israelense.
No ataque do dia 7 de outubro, uniu-se à ação do Hamas, de quem recebe apoio público. Ambos compartilham o ideal de luta contra Israel, mas nem sempre concordam em todas as decisões.
Segundo a agência de notícias Associated Press, até maio o Hamas pedia que o grupo adotasse maior moderação em sua postura.
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Com uma fundação inspirada pela Revolução Islâmica no Irã, a Jihad Islâmic Palestina mantém relações próximas com o país. De acordo com a rede de televisão Al Jazeera, o Irã fornece armamentos, treinamento e financia as atividades do grupo.
Fonte: G1