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Jovem é drogada em balada: 'Dois homens queriam me levar para o banheiro e fazer maldade comigo'
Foto: Reprodução

Marcella Oliveira, 25, ingeriu GHB, conhecido como ecstasy líquido, ao beber do copo de um homem com que tinha ficado

Foi em uma balada em São Paulo, na véspera do dia das mães deste ano, que Marcella Oliveira, 25, foi drogada com GHB, conhecido popularmente como ecstasy líquido.

 

A profissional de relações públicas acabou ficando sozinha na balada após discutir com uma amiga que queria que elas fossem embora. Nesse meio tempo, ela acabou se envolvendo com um homem e bebeu do copo dele no calor do momento.

 

“Ele e os amigos começaram a insistir para eu ir embora com eles e eu não queria. Só que eu comecei a sentir que não tinha controle sobre o meu corpo. Eles começaram a me puxar e eu estava indo”, lembra. Os dois amigos queriam levar Marcella para o banheiro, que era unissex e não tinha nenhuma fiscalização.

 

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“Um estava me puxando pela frente, outro estava atrás e eu comecei a ficar desesperada. Olhei para o lado, vi um homem de moletom azul e pedi para ele me ajudar. Ele conseguiu me desvencilhar dos dois caras e falou para eu ficar ali até eu me sentir bem”, conta. Marcella não lembra exatamente o que aconteceu, mas eles se desencontraram.

 

Ao tentar ir embora, a profissional de relações públicas precisava descer uma escada, só que ela acabou sentando em um dos degraus por estar passando muito mal. Um homem a alertou que ela deveria sair dali, porque iriam pisar nela, só que Marcella não conseguia.

 

“Ele e a moça da faxina me levaram para o banheiro e ficaram comigo ali, jogando água no meu pescoço, me colocando sentada no vaso sanitário e nada de eu melhorar. Então, ele me colocou dentro de um táxi e fui para minha casa”, lembra.

 

Mesmo após tomar banho, se alimentar e tentar descansar, Marcella continuava sentindo como se estivesse com uma ressaca muito forte. Ela sentia tudo girar, o estômago muito embrulhado, além de tremer bastante. A profissional de relações públicas decidiu ir ao pronto-socorro, onde descobriu que havia sido drogada.

 

Ao relatar o ocorrido para a médica, Marcella tinha lacunas na memória, que foram sendo preenchidas conforme a especialista a ajudava a construir a linha do tempo dos fatos.

 

“Quando minha ficha caiu, comecei a chorar muito porque entendi a gravidade da situação. Entendi que os dois caras estavam me levando para o banheiro não para acompanhá-los. Eles queriam fazer maldade comigo”, desabafa.

 

Constatou-se que o coração de Marcella estava batendo descompassado, a função do seu rim estava prejudicada e ela estava começando a ter febre. A profissional de relações públicas precisou receber soro e medicamentos para controlar os sintomas que estava apresentando.

 

“A médica explicou que eles podem não ter me drogado de maneira intencional. Às vezes, eles usavam a droga e quando eu bebi do copo deles, acabei consumindo e como eu não sou usuária, meu corpo estranhou”, conta.

 

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Só que, ao mesmo tempo, o homem não impediu que Marcella bebesse no copo dele que possivelmente continha a droga e tentou se aproveitar da situação de vulnerabilidade que ela estava. 

 

Fonte: Marie Claire

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