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Jovem filmada em caçamba de picape do Hamas toda fraturada está viva, informa mãe
Foto: Reprodução

Shani Louk transformou-se imagem mais notória a circular o mundo entre as vítimas do ataque realizado numa rave no sábado. Mãe fez apelo desesperado por seu regresso

Ricarda Louk, a mãe da jovem alemã Shani Louk, de 22 anos, uma das vítimas do ataque do grupo palestino Hamas a uma rave que ocorria num kibutz próximo à Faixa de Gaza, nas primeiras horas do último sábado (7), informou à imprensa que sua filha está viva. Shani, que também é cidadã israelense, tornou-se a figura mais icônica do massacre ao aparecer sendo transportada seminua e com o corpo repleto de ferimentos e fraturas na caçamba de uma picape conduzida pelos militantes árabes, sendo ainda agredida, insultada e cuspida pelas pessoas que cercavam o veículo.

 

“Agora temos evidências de que Shani está viva, mas tem um grave ferimento na cabeça e está em estado crítico. Cada minuto é importante. Vocês têm que agir rápido e resgatar Shani da Faixa de Gaza! Não deveríamos discutir sobre questões de jurisdição agora”, disse Ricarda ao jornal alemão Bild, sem, no entanto, explicar de onde teria vindo a informação sobre o paradeiro da jovem.

  

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Alguns outros veículos da imprensa internacional, também sem apresentar fontes, avançaram que Shani estaria num hospital de Gaza, em estado crítico, em decorrência de um grave ferimento cranioencefálico e das múltiplas fraturas que sofreu. Uma retirada da tatuadora de lá, naturalmente, dependeria de uma autorização do Hamas, que controla aquele estreito território palestino. Uma ação militar, num hospital e com uma paciente nessas condições, certamente não teria resultado positivo, afirmam analistas.

 

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A família de Shani contou que ela era assumidamente pacifista. Embora nascida na Alemanha, a jovem foi criada em Israel e teria se recusado a prestar o serviço militar obrigatório nas IDF (Forças de Defesa de Israel, na sigla em inglês) por razões ideológicas, uma vez que não aceitava a violência como via de negociação contra quem quer que fosse, disse sua tia Orly Louk. 

 

Fonte:Revista Fórum

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