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Justiça de Portugal condena mulher por racismo contra filhos de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso: 'Uma vitória', dizem os atores
Foto: Reprodução

Artistas comentaram a decisão nas redes sociais e informaram que Adélia Barros foi condenada a oito meses de prisão

Adélia Barros, acusada de racismo contra os filhos de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, foi condenada pela Justiça portuguesa, conforme divulgou o jornal "Público". Os atores comentaram a decisão nas redes sociais e contaram que a mulher foi foi condenada a oito meses de prisão. O caso ocorreu em 2022.

 

"Há quase três meses a gente celebrava uma vitória contra o racismo no Brasil. E, hoje, direto de Salvador, neste mês que nos pede consciência para que lembremos da herança escravocrata que herdamos, a gente volta para propagar mais uma vitória contra o racismo, desta vez em Portugal", introduziram Giovanna e Bruno no Instagram.

 

Em setembro, o jornal português "Expresso" havia informado que Adélia não admitiu e nem negou ter cometido racismo na ocasião. Na época do julgamento, ainda de acordo com o veículo, Adélia disse: "Não me lembro de nada. Mas fico agressiva quando bebo". Segundo os atores, ela foi acusada de injúria racial e difamação.

 

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"Assim como já dissemos, mas precisamos repetir: sabemos que essa vitória acontece por termos visibilidade e por sermos brancos. Sabemos que somos mais ouvidos que quaisquer mãe ou pai negros que ainda são silenciados. Sabemos. E não podemos parar – principalmente se o nosso privilégio fizer diferença numa luta. É esse o nosso papel, é esse o papel da branquitude", disseram os atores em comunicado.Segundo informou o "Expresso", a pena da mulher é suspensa por quatro anos se ela aceitar ser internada, pagar 14 mil euros aos menores e doar 2,5 mil euros à organização SOS Racismo. O jornal disse ainda que a defesa dos pais das crianças falou que qualquer indemnização seria doada à mesma organização.

 

Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank comemoram condenação de socialite após denúncia de racismo — Foto: Reprodução/Instagram

Foto: Reprodução

 

A nota publicada por Giovanna e Bruno nesta sexta-feira (15) relembra o episódio citado no julgamento. Na época, a assessoria de imprensa da atriz divulgou comunicado informando que Titi e Bless haviam sido vítimas de racismo."Como todos sabem, no dia 30 de julho de 2022 nossos filhos e uma família de turistas angolanos foram vítimas de racismo quando estávamos de férias da Costa da Caparica. Sim, o racismo não dá férias, mas hoje parece dar uma trégua com mais uma condenação histórica. Esta é a primeira vez que a lei portuguesa condena uma pessoa em consequência do racismo.

 

A mulher que agrediu nossos filhos – que são crianças – foi condenada a oito meses de prisão. Logo, estamos muito confiantes na Justiça Portuguesa e somos também gratos aos nossos advogados portugueses Rui Patrício e Catarina Mourão que sempre nos fizeram acreditar que a justiça seria feita", agradeceram os artistas.No fim de seu pronunciamento, eles agradeceram o apoio do público:

 

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"Mais uma vez estamos emocionados, Mais uma vez agradecemos a comoção pública e a imprensa brasileira e de nossos amigos portugueses. E mais uma vez devemos dizer que precisamos seguir vigilantes pois o racismo segue, segue diminuindo, ferindo, matando. E não podemos esmorecer diante dele".

 

Fonte: Exrra

 

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