Relatório da Polícia Federal (PF) mostra que mulher movimentou mais de R$ 3 milhões para contas de membros do PCC ligados ao Novo Cangaço
Apontada pela Polícia Federal (PF) como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC), Edilaine Maria de Sousa (foto em destaque), de 32 anos, movimentou R$ 3,3 milhões,em três contas bancárias das quais étitular, mesmo recebendo benefícios do Bolsa Família, o programa de assistência do governo federal.
A informação consta em um relatório da PF, obtido pelo Metrópoles, no qual ela é apontada como um dos laranjas que ajudaram Ronildo Alves dos Santos, o Magrelo, a financiar uma tentativa de assalto frustrada que teve como alvo cerca e R$ 30 milhões guardados em um cofre da empresa de transporte de valores Brinks, em abril do ano passado no Mato Grosso.
A ação criminosa seria feita por meio da prática conhecida como Novo Cangaço, quando uma quadrilha toma o controle de uma pequena cidade para praticar um grande assalto. Magrelo e mais 17 suspeitos morreram em supostas trocas de tiro, com a polícia, nas semanas posteriores à empreitada criminosa mal sucedidaA PF ligou Edilaine a Magrelo após identificar a transferência de R$ 307 mil, feita por ela para uma conta do líder do PCC, cerca de seis meses antes da ação criminosa contra a Brinks, em Confresa (MT). Além disso, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou transações suspeitas em três contas correntes da mulher.Notificações
Metropóles.
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São Paulo — Apontada pela Polícia Federal (PF) como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC), Edilaine Maria de Sousa (foto em destaque), de 32 anos, movimentou R$ 3,3 milhões, em três contas bancárias das quais é titular, mesmo recebendo benefícios do Bolsa Família, o programa de assistência do governo federal.
A informação consta em um relatório da PF, obtido pelo Metrópoles, no qual ela é apontada como um dos laranjas que ajudaram Ronildo Alves dos Santos, o Magrelo, a financiar uma tentativa de assalto frustrada que teve como alvo cerca e R$ 30 milhões guardados em um cofre da empresa de transporte de valores Brinks, em abril do ano passado no Mato Grosso.

Foto: Reprodução
A ação criminosa seria feita por meio da prática conhecida como Novo Cangaço, quando uma quadrilha toma o controle de uma pequena cidade para praticar um grande assalto. Magrelo e mais 17 suspeitos morreram em supostas trocas de tiro, com a polícia, nas semanas posteriores à empreitada criminosa mal sucedida.
Entre outubro de 2022 e março de 2023, de acordo com órgão de inteligência financeira, Edilaine movimentou R$ 3,3 milhões.Outro indício de que ela contribuiu para a lavagem de dinheiro do crime organizado, ainda segundo a investigação, foi o fato de as instituições financeiras nas quais ela mantinha as contas identificarem uma prática conhecida como “smurfing”, que consiste em fazer saques ou depósitos fracionados em diversos terminais bancários para não chamar a atenção das autoridades por conta do volume de dinheiro nas transações.
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Na ocasião, de acordo com levantamento feito com a Caixa Econômica Federal, foi constatado que a criminosa recebia benefícios assistenciais como o Auxílio Brasil e Novo Bolsa Família. Isso, pontua a PF, seria “mais um indício” de que ela não “possui perfil econômico para movimentar aproximadamente R$ 3 milhões”.
Fonte: Metrópoles