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Laudo psiquiátrico diz que Rose Miriam estava incapacitada para assinar contrato com Gugu
Foto: Reprodução

Em março de 2011, o apresentador e a médica selaram um acordo para a criação dos três filhos

Um laudo psiquiátrico atesta que Rose Miriam Di Matteo, mãe dos filhos de Gugu Liberato, estava incapacitada para assinar o Contrato de Compromisso Conjunto para Criação dos Filhos, em 25 de março de 2011. O acordo foi feito entre a médica e o apresentador para determinar como eles tomariam as decisões em relação à criação dos três filhos, João Augusto, Sofia e Marina, mas o documento foi assinado cerca de um mês após uma internação psiquiátrica de Rose Miriam, o que pode causar reviravoltas na briga pela herança deixada pelo comunicador.


O contrato é utilizado pelos advogados da família de Gugu como uma prova de que o apresentador e a médica nunca tiveram uma união estável, portanto ela não teria direito à herança deixada por ele. Porém, o laudo, revelado em primeira mão pelo jornalista Erlam Bastos, pode invalidar o documento de 2011. Ao R7, o advogado de Rose Miriam e das gêmeas de Gugu atestou a veracidade do laudo.

 

O advogado Nelson Wilians, que representa Rose Miriam Di Matteo e as gêmeas Marina e Sofia Liberato, repudia veementemente o vazamento de partes do processo. Mas afirma que já é de conhecimento público que Rose Miriam estava dopada quando assinou o contrato de criação dos filhos e que vem chamando a atenção para esse fato desde o aparecimento do malfadado documento.

 

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Rose Miriam ficou internada entre janeiro e fevereiro de 2011 após uma tentativa de suicídio. O laudo apresentado pela defesa da médica diz que o prontuário da internação mostrava “sintomas obsessivos preexistentes associados ao relacionamento afetivo” e afirmava que a médica sofria problemas com dependência de álcool.

 

Por conta dos transtornos psiquiátricos e dos medicamentos que Rose tomava na época em que assinou o contrato com Gugu, o médico que assinou o laudo diz que ela estava com a capacidade cognitiva comprometida. Dessa forma, o documento pode ser anulado.

 

"Em março de 2011, seus sintomas psiquiátricos encontravam-se descompassados, tendo acabado de sair de uma internação hospitalar por tentativa de suicídio, e encontrava-se incapaz para os atos da vida civil", diz o laudo. 

 

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Fonte: R7

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