Acusado de promover ódio contra minorias e grupos vulneráveis, Léo Lins comparou Ministério Público ao Estado Islâmico
Léo Lins usou as redes sociais para se pronunciar, após ter R$ 300 mil bloqueados pela Justiça em suas contas bancárias.
O humorista é réu em um processo, sob acusação de “promover ódio e enredos discriminatórios, injuriosos e humilhantes, notadamente contra negros, pessoas com deficiência e nordestinos”.
Em reação ao bloqueio, Léo comparou o Ministério Público ao Estado Islâmico. “Tenho certeza [de] que as pessoas envolvidas no meu processo creem agir em nome do bem. […]
Veja também

Tata Estaniecki revela esquema para amamentar filho de três meses durante o The Town
Após alta da UTI, atriz de A Praça é Nossa relembra acidente doméstico
O Estado Islâmico, por exemplo, comete atrocidades em nome do bem. […] Não estou dizendo que o MP é o EI. A ideia é mostrar que em nome do bem, erros podem ser cometidos.”
Segundo o Ministério Público de São Paulo, o bloqueio nas contas de Léo foi autorizado após o humorista resistir a pagar multas impostas anteriormente. Ele é investigado por uma força tarefa do Ministério Público com o auxílio do CyberGaeco e da Promotoria de Direitos Humanos.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram
Se condenado, Léo Lins pode responder à pena de 4 a 10 anos de reclusão. Ainda conforme o MPSP, ele chegou a recorrer das primeiras medidas cautelares, mas a Justiça negou os pedidos da defesa.
Fonte: Metrópoles