O mais alto diplomata americano, Antony Blinken, teve uma reunião com o Primeiro-Ministro do Líbano e com os ministros de Relações Exteriores da Jordânia, Arábia Saudita, Emirados Árabes e Egito
Na Jordânia, líderes árabes, reunidos com o secretário de Estado Americano, voltaram a pedir um cessar-fogo em Gaza.
O mais alto diplomata americano, Antony Blinken, teve uma reunião com o primeiro-ministro do Líbano e com os ministros de Relações Exteriores da Jordânia, Arábia Saudita, Emirados Árabes e Egito.
"Nos países árabes, nós exigimos um cessar-fogo imediato e o fim dessa guerra", declarou Ayman Safadí, da Jordânia. Ele completou: "Rejeitamos a descrição do conflito como autodefesa".
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Numa rara demonstração de discordância pública no meio diplomático, o secretário de Estado, Anthony Blinken, voltou a afirmar a posição dos Estados Unidos: "Nossa visão é que um cessar-fogo agora simplesmente daria chance aos terroristas do Hamas para se reagrupar e repetir o ataque de 7 de outubro."
Em vez de um cessar-fogo, os Estados Unidos defendem uma pausa humanitária. A diferença é que a pausa humanitária é mais curta e concentrada em áreas específicas do território. Do ponto de vista americano, isso permitiria que ajuda chegasse até a população em Gaza, sem beneficiar o Hamas. Mas o governo de Israel tem se mostrado resistente a esta opção.
Na sexta-feira (3), o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que nenhum cessar-fogo temporário pode acontecer sem a libertação de reféns em poder do Hamas.
Mais cedo, o enviado americano para Assuntos Humanitários no Oriente Médio, David Satterfield, informou que a agência da ONU para refugiados teve acesso a um depósito de combustível em Gaza, para usar nos caminhões que transportam ajuda humanitária, em hospitais e em estações de dessalinização da água do mar.
Israel acusa o Hamas de estocar combustível para a guerra. Satterfield também declarou que não há relatos de que os terroristas do Hamas tenham tentado desviar comida, água e remédios que entraram pela passagem de Rafah.
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Neste sábado (4), palestinos feridos e estrangeiros foram impedidos de cruzar a fronteira de Gaza em direção ao Egito. Fontes do governo americano afirmaram que o Hamas tem incluído combatentes do grupo na lista de pessoas que podem cruzar a passagem de Rafah, o que vem atrasando a negociação para a retirada de civis de Gaza.
Fonte: G1