A Presidência da República afirmou que Lula tratou, na conversa, da saída de brasileiros da Faixa de Gaza
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou, no início da tarde deste sábado (14/10), com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. Por telefone, Lula tratou da saída de brasileiros da Faixa de Gaza.
Segundo informações divulgadas pela Presidência da República, além de tratar da repatriação de brasileiros que seguem em Gaza, Lula externou preocupação com os civis na região e o bloqueio de ajuda humanitária.
A Presidência ainda destaca que o petista condenou, durante a ligação, os ataques contra civis, promovidos pelo grupo radical Hamas, no último sábado (7/10), além de defender a importância de um corredor humanitário e a libertação imediata de todos os reféns.
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A ligação entre os dois líderes ocorre no momento em que o governo brasileiro se mobiliza em torno da repatriação de brasileiros que estão na Faixa de Gaza.
O grupo de cidadãos brasileiros que conseguiram chegar a Khan Younes, neste sábado (14/10), já foram transferidos para uma casa alugada pela Embaixada do Brasil na Palestina, em Rafah, cidade que faz fronteira com o norte do Egito.
Na quinta-feira (12/10), Lula ligou para para o presidente de Israel, Isaac Herzog. O petista afirmou ter feito um apelo pela criação de um corredor humanitário para que as pessoas que queiram sair da Faixa de Gaza pelo Egito tenham segurança.
As Forças de Defesa de Israel emitiram comunicado, neste sábado (14/10), em que afirmaram preparar ataques por “ar, mar e terra” contra a Faixa de Gaza. As tropas israelenses planejam uma ofensiva contra o Hamas, que domina a região.
O prazo de desocupação acabou estendido até as 10h deste sábado (14/10), horário de Brasília. O porta-voz das Forças de Defesa de Israel, Avichay Adraee, que anunciou a medida, detalhou rotas pelo sul do território para a saída dos civis.
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Em meio à desocupação, porém, Israel seguiu com ataques na área. Autoridades da Palestina denunciam que mísseis israelenses teriam matado civis que deixavam a região do conflito e que, entre as vítimas, havia mulheres e crian
Fonte: Metrópoles