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Madrasta acusada de envenenar enteados não esboça reação ao saber que vai a júri popular
Foto: Reprodução

Policiais acreditam que Cíntia sentia ciúmes da relação dos enteados com o marido, com quem estava casada há seis anos; audiência aconteceu nesta segunda-feira

Cintia Mariano Dias Cabral, de 48 anos, foi interrogada nesta segunda-feira, após um ano do homicídio e tentativa de homicídio contra os enteados Fernanda, de 22 anos, e Bruno Cabral, de 16. Na audiência realizada no Tribunal de Justiça do Rio, ela se manteve em silêncio e não esboçou reação ao ser comunicada que continuará presa até ser julgada em júri popular. 

 

À filha biológica Carla Mariano, Cíntia teria admitido ter matado Fernanda, em março de 2022, e de ter tentado envenenar Bruno, em maio de 2022, mas não revelou a motivação do crime. Já os policiais acreditam que Cíntia sentia ciúmes da relação dos enteados com o marido, com quem estava casada há seis anos.

  

Os crimes aconteceram em 2022. Em março daquele ano, Fernanda Cabral, de 22 anos, passou mal após comer um feijão preparado por Cíntia. Ela teve tontura e enjoo, foi levada para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, e morreu após 13 dias internada. Na época, acreditou-se que a morte foi natural.

 

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Dois meses depois, no dia 15 de maio, Bruno teve um mal-estar semelhante ao da irmã. Ele teria comido um feijão "amargo e com pedrinhas azuis", sentiu tontura e dor no estômago, comunicou à mãe Jane Carvalho e foi levado imediatamente ao hospital, onde passou por uma lavagem estomacal e exame de sangue, que constatou a presença de chumbinho.

 

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O envenenamento de Bruno fez Cíntia se tornar a principal suspeita da morte de Fernanda, cujo corpo foi exumado para perícia. Apesar de o exame toxicológico, feito após a exumação, não ter conseguido identificar substâncias tóxicas, a análise de prontuário médico do Albert Schweitzer indicou que houve eliminação de chumbinho pelo organismo.

 

Fonte: Extra

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