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Mãe da menina estuprada, morta e jogada no rio, aparece em vídeo em total desespero, no município de Jutaí, interior do Amazonas. VEJA AS IMAGENS
Foto: Divulgação

Mãe chega a dizer que queria ter sido estuprada e morta no lugar da filha

Entre todos os vídeos estarrecedores publicados nas redes sociais e grupos de WhatsApp, na última quinta-feira, 19, sobre o estupro e morte da menina Layla Vitória, 1 ano e 7 meses, no município de Jutaí, interior do Amazonas, um deles chama muita atenção e mostra a mãe da criança, em total desespero e chorando muito na frente da Delegacia de Polícia.


A mãe tinha acabado de saber que o estuprador havia sido preso e confessado o sequestro, estupro, que matou e depois jogou o corpo da menina no rio Solimões.


O desfecho desse crime foi mais trágico ainda quando chegou a noite e a população revoltada, entrou em confronto com os policiais civis e militares, invadiu a delegacia, tirou do xadrez o estuprador identificado como Gregório Patrício da Silva, 48, e foi levado para a rua, onde ele foi brutalmente espancado e depois do linchamento, o corpo foi incendiado.

 

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Mãe aos prantos na porta da delegacia logo após o assassino

confessar e dar detalhes do crime perverso


No vídeo que foi um dos primeiros a serem divulgados a mãe da menina, aparece inicialmente, sentada no chão chorando, se lamentando e em dado momento ela diz: “Porque não foi comigo Pai, porque não foi comigo Senhor, porque, eu que mereço”.


De acordo com informações, a menina ficou desaparecida na tarde da última quarta-feira, 18, familiares e amigos intensificaram buscas pelo resto do dia, não houve êxito, e somente na quinta-feira, o homem, que era picolezeiro, supostamente um usuário de drogas, foi preso e confessou o crime perverso.


À noite a Delegacia de Polícia foi invadida pela população, o estuprador confesso foi arrastado para a via pública e cenas chocantes, mostram sendo massacrado com pauladas, pedradas, chutes e na sequência, quando ainda está vivo, o corpo é incendiado, pela multidão revoltada.

 

Gregório Patrício confessou o estupro e morte 

da criança e teve fim cruel em Jutaí onde foi linchado

e queimado vivo (Fotos: Divulgação)


Na manhã desta sexta-feira, 20, equipes da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, iriam iniciar buscas no rio Solimões, iniciando pela área onde o autor do crime disse que tinha jogado o corpo da menina Layla Vitória, que até às 10h continuava desaparecido.


A Polícia Civil do Amazonas vai instaurar inquérito para dar continuidade à investigação do estupro e morte da menina.

 

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Mas paralelamente, segundo informações, também será instaurado um segundo inquérito, para apurar e identificar pessoas envolvidas na invasão, depredação da Delegacia Interativa de Polícia de Jutaí, e finalmente, linchamento do homem que estuprou e matou a criança.

 

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