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Mãe de Larissa Manoela falta depoimento em caso de intolerância
Foto: Reprodução

Silvana Taques não foi à delegacia no último dia 20, para dar sua declaração sobre a injúria que fez à família do genro, André Luiz Frambach

A coluna descobriu que na última quarta-feira (20/9), Silvana Taques, mãe de Larissa Manoela, não foi prestar depoimento no caso de intolerância religiosa, após ela se referir à família do genro, André Luiz Frambach, de “macumbeira”. Tasques era aguardada para prestar esclarecimentos, mas um passarinho contou para esta colunista que a matriarca não quer falar com as autoridades sobre o assunto.


André Luiz também foi intimado e compareceu na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) do Rio de Janeiro, responsável pelo inquérito, afirmando que “não se sentiu ofendido ou discriminado religiosamente”. O ator e seus parentes seguem a doutrina espírita, revelada por Allan Kardec.

 

De acordo com informações do jornal O Globo, o rapaz não pretende abrir uma representação contra a sogra. No relato Frambach garantiu que só soube o teor da conversa quando Larissa ainda estava negociando uma entrevista para um programa de TV. Na ocasião, os dois teriam combinado de não expor o diálogo.

 

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O casal ainda estava de comum acordo em não revelar o trecho da conversa, porém não sabe como as mensagens vazaram para a mídia. Para não ser convocada pelas autoridades para dar sua versão, a ex-Carrossel ingressou com um habeas corpus na Justiça.


Tudo começou quando Silvana ironizou a religião do ator: “Que você tenha um ótimo natal aí com todos os guias dessa família macumbeira”. Após Larissa Manoela ser entrevistada pelo Fantástico, da TV Globo, para falar sobre a briga com seus pais por conta de seu patrimônio, prints de conversas entre elas foram exibidos e a declaração acabou se tornando pública.

 

Pela injúria, uma investigação foi aberta a partir de uma notícia-crime feita pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro, assinada pelos advogados Carlos Nicodemos e Maria Fernanda Cunha.

 

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Na época, para o programa Fofocalizando do SBT, Silvana Taques argumentou que o termo foi utilizado em um momento de vulnerabilidade: “Estas palavras foram ditas em momento de extrema tristeza e ela não tinha nenhuma intenção de ofensa”. 

 

Fonte: Metrópoles

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