O volante Bryan García, que foi mandado embora recentemente do Athletico após se tornar um dos investigados na Operação Penalidade Máxima, fechou acordo com o Ministério Público de Goiás (MPGO) e passará a ser uma das testemunhas do caso. A informação é do portal GE.
A defesa do jogador afirmou que Bryan admitiu ter recebido dinheiro para ser advertido com um cartão amarelo contra o Fluminense, no Campeonato Brasileiro do ano passado, em partida válida pela 25ª rodada.
No duelo, disputado em Curitiba, o jogador teve pouco tempo para levar o cartão amarelo: entrou em campo apenas aos 41 minutos do segundo tempo, mas fez uma falta no meia Jhon Arias e foi punido quase que instantaneamente.
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Como confessou o ato, o atleta recebeu uma proposta de acordo do MPGO, que ofereceu a possibilidade de torná-lo testemunha — ao invés de denunciado. Com o movimento, García deixa de ser considerado réu no processo.
Já citado nas investigações da Operação Penalidade Máxima, o equatoriano foi demitido pelo Athletico no dia 12 de maio, encerrando uma passagem iniciada em janeiro de 2022.
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O jogador foi contratado junto ao Independiente Del Valle-EQU e custou R$ 8,5 milhões aos cofres do clube. Durante sua passagem, Bryan García disputou apenas 14 partidas
Fonte:Terra