Após ter parte do pé amputado, MC Katia recebeu a visita da amiga, Verônica Costa, a Mãe Loira do funk, no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio, onde está internada desde início de julho.
Pioneira do funk, Katia mostrou o pé enfaixado e se emocionou com a visita da vereadora, que vem prestando apoio à amiga desde o início do tratamento dela.
No começo de julho, MC Kátia,, de 47 anos, deu entrada no hospital para retirar um mioma de 5cm do útero. Diagnosticada também com trombose, a funkeira teve parte do pé amputado, que estava necrosado, por conta de problemas de circulação.
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MC Katia, a Fiel, descobriu há um ano um tumor benigno no útero e, por causa disso, teve os rins comprometidos, deixando-a impossibilitada de andar.
“Há um ano, estou passando por problemas sérios de saúde. Hoje me encontro totalmente debilitada de tudo. Tenho um tumor benigno no meu útero.
Vou operar e perder o útero e o ovário. Por causa desse mioma, meus rins estão parando de funcionar. E isso está me prejudicando, pois eu não estou conseguindo mais andar”, contou ela nas redes sociais no dia 20 de junho.
“Os meus rins estão no limite. Estou com muita dor meu pé. Ele queima, doí. Estou urinando e evacuando pouco. Além disso, estou com trombose”, completou Katia.
Em 2020, após retomar sua carreira no funk, Katia participou do clipe "Rainha de Favela", de Ludmilla, ao lado de outras pioneiras do funk carioca como Valesca Popozuda, MC Carol de Niterói e Tati Quebra Barraco.
MC Kátia surgia no cenário do funk no início dos anos 2000. Na época, mãe solteira e trabalhando como auxiliar de serviços gerais, ela deu voz às mulheres de comunidades e se projetou com o batidão “Ata Vai me Pegar”.
A história da MC mostra que dar a volta por cima é mesmo uma de suas características. Em 2008, depois de emplacar a música "Cabeça pra Baixo”, a funkeira sofreu um acidente e ficou três anos longe dos palcos.
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Fotos:Reprodução
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Depois, veio a depressão com o fim de um relacionamento. Ela retomou a carreira no funk em 2020. No mesmo ano, participou do clipe "Rainha de Favela", de Ludmilla, ao lado de outras pioneiras do funk carioca.
Fonte:Extra