Caso foi registrado na sexta (17). Segundo socorristas, despertar definitivo da criança aconteceu após ela ouvir que seria necessário fazer teste de glicemia, com utilização de agulha.
Um menino de oito anos fingiu não acordar porque não queria ir à escola e a mãe, em pânico, acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), em Maringá, no norte do Paraná.
O caso aconteceu na manhã de sexta-feira (16) no Conjunto Requião, zona norte da cidade. A mãe do menino ligou por volta das 7h30 para o serviço emergência, informando que tentava acordar o filho há uma hora e a criança não reagia.
Uma ambulância do Samu com três profissionais - motorista auxiliar, enfermeira e médico - percorreu cerca de 10 quilômetros até o local de atendimento.
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"No caminho a gente foi já imaginando que poderia ser desde uma simples hipoglicemia até um mal súbito", lembra o médico Joel Agostinho Ghiraldi Darte.
O médico conta que percebeu que o paciente estava bem já no primeiro contato. Assim que encostou o dedo na testa do menino, a criança franziu as sobrancelhas.
"Na primeira avaliação, a criança não tinha a pele fria, não estava cianótica (pele roxa), não tinha alterações clínicas e reagia ao mínimo estímulo. Ficamos mais calmos", explicou Darte.
O despertar 'definitivo', segundo os socorristas, aconteceu após o menino escutar que seria necessário fazer o teste de glicemia, com utilização de uma agulha. O teste foi realizado e não indicou anomalias, segundo o médico.
"A mãe acreditava que o filho estava ruim, mas a criança simulou", explicou o médico.
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O médico afirma que existem diversos atendimentos como acidente de trânsito, pessoas idosas ou mesmo crianças que precisam de uma intervenção imediata. Entretanto, ele afirmou que é muito comum o acionamento do serviço por pessoas que estão com cólica de rim, diarreia ou dor de ouvido, situações estas que não exigem atendimento médico de urgência.
Fonte: G1