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Mesma busca no Google sugere 'corrupção' para Lula e 'coração' para Bolsonaro
Foto: Reprodução

O algoritmo do Google está sugerindo “corrupção” em vez de “coroação” em uma busca sobre o presidente Lula (PT). Na tarde desta sexta-feira (5), Lula cumpre agenda na Inglaterra para a coração do rei Charles III.

 

O youtuber Felipe Neto usou suas redes socias para cobrar explicações. Segundo o tuíte, ele teria sido avisado pelo deputado federal André Janonoes (Avante-MG) sobre o comportamento da plataforma. O influenciador chegou a dizer que é "inaceitável".

 

O fato gerou indagação dos usuários porque, se a mesma busca for feita com o nome de Bolsonaro, o Google sugere "coração", em vez de "coroação".

 

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A equipe Byte realizou o teste às 16h39 no Safari, do iPhone, e o resultado foi o mesmo. Às 17h33 desta sexta, a Busca no Chrome ainda indicava "corrupção" como sugestão para o petista.

 

Procuramos o Google para entender o funcionamento do algoritmo e aguardamos posicionamento.Os algoritmos são sequências de comandos executáveis para resolver problemas.

 

O do Google, por exemplo tem como objetivo ler os conteúdos das páginas da internet, indexá-las, verificar quais são as mais relevantes e apresentá-las na página de resultados do buscador (SERP).

 

A própria plataforma define que "para oferecer as informações mais úteis, os algoritmos da Busca examinam vários fatores e sinais, como as palavras da consulta, a relevância e usabilidade das páginas, a especialidade das fontes e a localização e configurações do usuário". "O peso de cada fator depende da natureza do que foi pesquisado", diz o blog da empresa.

 

GOOGLE CONTRA PL DAS FAKES NEWS 

 

Na última semana, o Google havia colocado link em sua home intitulado "O PL das Fake News pode aumentar a confusão sobre o que é verdade ou mentira no Brasil", que direcionava para um artigo assinado por Marcelo Lacerda, diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas da empresa no país.

 

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A empresa também impulsionou a hashtag #MaisDebatePL2630, vem pressionado deputados federais e contatado influenciadores para se manifestarem contra o PL 2630, que visa estabelecer regras, diretrizes e mecanismos de transparência para redes sociais, como Facebook, Instagram, TikTok e Twitter, ferramentas de busca, como o Google, serviços de mensageria instantânea, como WhatsApp e Telegram, e indexadores de conteúdo. 

 

Fonte:Terra

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