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Michelle Bolsonaro defende Ricardo Nunes e provoca Pablo Marçal, que responde
Foto: Reprodução

Extrema direita está completamente rachada na corrida pela prefeitura de SP e se degladia nas redes

Enquanto o clã Bolsonaro apoia a reeleição de Ricardo Nunes (MDB) na corrida pela prefeitura de São Paulo, o coach evangélico Pablo Marçal, que se declara o candidato autêntico da direita, cria um racha no campo dos extremistas. O conflito, que antes se estendia nos bastidores, agora chegou às redes sociais.

 

No Instagram, Pablo Marçal fez uma publicação perguntando: "Quem será o próximo prefeito de São Paulo?". A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, então, respondeu: "Ricardo Nunes", com um emoji de confirmação verde.O coach messiânico e pré-candidato a prefeito printou o comentário e adicionou uma foto de Michelle ao lado de Ricardo Nunes. "Qual sua opinião sobre essa escolha?", questionou Marçal.

 

Marçal está sendo criticado nas redes pelos bolsonaristas mais fiéis ao seu líder, por conta de uma foto do coach com João Doria, ex-governador de São Paulo e adversário do clã Bolsonaro.O PL de Valdemar Costa Neto e Bolsonaro barrou Ricardo Salles e outros nomes do establishment bolsonarista para concorrer à prefeitura, a fim de garantir que o bolsonarismo apoiasse Ricardo Nunes.

 

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Mas Marçal não se importa. Não faz parte do acordo e se apresenta como um outsider pela extrema direita. Não deve nada a Valdemar e Nunes, e pode tentar roubar o voto da base bolsonarista.Na última pesquisa Datafolha, Marçal obteve 7% das intenções de voto, empatando com Tabata Amaral (PSB) e José Luiz Datena (PSDB), e superando Kim Kataguiri (UB).

 

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Na pesquisa AtlasIntel, publicada na terça-feira (28), o coach messiânico também pontuou no mesmo nível de Datena e desidratou Nunes consideravelmente.Ele viu uma oportunidade de mercado: o extremista de direita que não se enxergava no, entre muitas aspas, "moderado" Nunes. Então, o extremista de direita desponta com seus 7% ou até 9% em alguns cenários. Na AtlasIntel, chegou a 10,4%. 

 

Fonte: Folha de São Paulo

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