A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também fez afirmações sobre a delação do tenente-coronel Mauro Cid à Polícia Federal (PF)
Durante um evento do Partido Liberal (PL) no Espírito Santo, Michelle Bolsonaro fez comentários irônicos sobre a primeira-drama do Brasil, Janja. “Tô sentindo um toque de inveja, mas amém”, afirmou.
“Como primeira-dama, (eu) não vendia batom, não. Tô vendendo agora, que sou empreendedora. Tô sentindo um toque de inveja, mas amém (…) Tudo aquilo que ela (Janja) criticava tá fazendo hoje. Comprando gravatinha, cara, passando a folhinha ali e ajudando o marido na hora do discurso. Tomara que ela ajude agora com esse novo gabinete dela, para o marido dela não demitir mais mulheres, porque era o meu marido que era acusado de misoginia”, afirmou Michelle.
A ex-primeira-dama também é presidente da vertente do PL voltado para mulheres, e o evento foi veiculado por transmissão na plataforma YouTube do partido.
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GOLPES
Michelle também fez referência à delação premiada feita pelo tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), à Polícia Federal (PF). Segundo Cid, havia um grupo de conselheiros radicais junto a Bolsonaro. Entre eles, a esposa, Michelle, e o filho e deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que teriam incentivado um golpe de Estado.
No evento, a ex-primeira-dama disse que os “golpes” que dá são, na verdade, do treinamento como lutadora, que envolvem os socos jab e cruzado, entre outros.
“Ontem mesmo, antes de chegar aqui, recebi uma mensagem que o meu enteado Duda e eu estávamos incitando um golpe. Eu, incitando golpe? Golpe? Com qual arma? Minha Bíblia, poderosa? Aí, sim. Mas, aí, quero falar pra vocês… Eu dou golpe, eu sei dar golpe, e quero ensinar pra vocês agora. Olha só, presta atenção. (…) Ó, ó… Jab, jab, direto, cruzado, up, esquiva, up…”, afirmou.
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O ex-presidente Jair Bolsonaro esteve presente no evento e se referiu a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como “câncer vermelho que está atrapalhando o futuro do nosso Brasil”.
Fonte: Metropóles