Ministro Paulo Pimenta comentou sobre a operação que prendeu militares kids pretos, que teriam planejado mortes de Lula, Alckmin e Moraes
Ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), Paulo Pimenta falou sobre a organização criminosa que supostamente teria planejado um golpe de Estado e o assassinato do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de seu vice, Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira (19/11), a Operação Contragolpe para desarticular esse grupo.
Pimenta disse existir uma “relação entre financiadores, os que programaram e eles precisam responder por isso”.
Esse laço uniria os “kids pretos”, militares da ativa e da reserva que iriam atentar contra Lula, pessoas que acamparam no quartel-general do Exército após a vitória do petista em protesto, vândalos do 8 de janeiro de 2023 e o homem-bomba que disparou explosivos em frente ao STF na última semana.
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“É uma ação concreta, objetiva, que traz elementos novos, extremamente graves, sobre a participação de pessoas no núcleo de poder de Bolsonaro e o golpe que tentaram executar em Brasília”, disse Pimenta para repórteres na Cúpula de Líderes do G20, no Rio de Janeiro.
“Eles se relacionam entre si, os personagens são os mesmos, os mesmo que financiaram os acampamentos de quartéis estão envolvidos nesses episódios”, seguiu. Pimenta ressaltou que a ação dos “kids pretos” teria como objetivo “atentar contra a vida do presidente Lula e do vice-presidente Alckmin”.
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“Havia claramente por parte dos criminosos realizar essa ação antes da posse”, falou. “Tinha também o objetivo de sequestrar e assassinar o ministro Alexandre de Moraes [do STF]”, completou.
Fonte: Metrópoles