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Ministro de Lula, Padilha comemora prisão de Braga Netto: 'Grande Dia'
Foto: Reprodução

Neste contexto, Padilha afirmou que crimes contra o Estado Democrático de Direito não vão ser tolerados

Mais um passo foi dado pela Justiça brasileira e pela Polícia Federal para mostrar que seremos firmes contra aqueles que organização a tentativa de golpe no país que assassinaria o presidente eleito, o vice-presidente eleito. Em defesa da democracia, sem anistia — disse Padilha. O ministro afirmou ainda que este sábado seria um "grande dia". A expressão faz referência a uma fala do próprio Bolsonaro, ainda em 2019.

 

Em janeiro daquele ano, o ex-presidente tuitou a frase logo após o ex-deputado Jean Wyllys ter anunciado que deixaria o país por ameaças que vinha recebendo.

 

Três anos antes, durante a votação do impeachment de Dilma Rousseff (PT), o deputado cuspiu em Bolsonaro, logo após ele ter dedicado seu voto favorável ao torturador Coronel Brilhante Ustra.

 

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REPERCUSSÃO GOVERNISTA


Outros integrantes do governo federal seguem o comportamento do ministro. O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação, Paulo Pimenta, fez votos a favor da investigação que levou Braga Netto à cadeia. "Que todos os golpistas sejam investigados, julgados e responsabilizados", escreveu.

 

Já Anielle Franco, titular da Igualdade Racial, relembrou a atuação de sua irmã, a vereadora Marielle Franco que foi assassinada no Rio de Janeiro em março de 2018. "Em 2018, Marielle se levantava contra a intervenção no Rio e seu interventor General Braga Netto. Buscando a defesa da vida e proteção da democracia (...) Que nos posicionemos sempre do lado certo da história", disse.

 

Fora da Esplanada, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, associou a prisão do general à condenação do ex-deputado Roberto Jefferson, que jogou granadas em agentes policiais em 2022, e à formação de maioria por parte do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo para cassar Carla Zambelli (PL-SP), que perseguiu um homem com uma pistola na véspera do pleito.

 

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"São três nomes da cúpula bolsonarista que cometeram crimes gravíssimos contra a democracia. Três incitadores de ódio e da violência política. Com essa gente não pode haver impunidade", afirmou. 

 

Fonte: Folha de São Paulo

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