NOTÍCIAS
Geral
Ministro do STJ indefere pedido de Padre Egídio e o mantém preso de forma preventiva
Foto: TV Cabo Branco

Padre Egídio de Carvalho Neto, ex-diretor do Hospital Padre Zé

O padre Egídio de Carvalho Neto, preso desde novembro de 2023 por suspeita de irregularidades no Hospital Padre Zé, de João Pessoa, teve mais um pedido de habeas corpus indeferido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). O pedido da defesa para que o religioso fosse posto em liberdade foi negado pelo ministro Teodoro Silva Santos nessa sexta-feira (9).

 

Paralelo à decisão, Teodoro solicitou mais informações sobre o caso e pediu nova análise do Ministério Público Federal, que tem se posicionado contra a liberação de Egídio. O indeferimento não é o primeiro. O mesmo ministro já havia decidido manter o padre preso, mas na decisão inicial sem analisar o mérito da questão. Naquela oportunidade, prevaleceu o entendimento de que o STJ só poderia ser provocado após esgotada as instâncias locais, o que não teria acontecido.

 

A expectativa agora é que a defesa recorra ao Supremo Tribunal Federal, como fez no caso do primeiro pedido. Daquela vez, a ministra Carmen Lúcia indeferiu o pedido pelo mesmo motivo do STJ: não exaurimento das instâncias inferiores.

 

Veja também

 

'Atirou no meu filho para matar', diz pai de baleado por policial militar no litoral

 

Motorista morre após ser arremessado para fora do carro durante capotamento

 

A investigação contra o padre Egídio teve início após um furto de aparelhos celulares doados pela Receita Federal para o hospital ter sido alvo de investigação da Polícia Civil da Paraíba. A partir daí, investigações que se seguiram encontraram indícios de desvios na gestão do Hospital Padre Zé e de outras instituições ligadas a ele. No total, os investigadores estimam desvios de R$ 140 milhões.

 

Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no FacebookTwitter e no Instagram.

Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram 

 

Um pedido de prisão do padre Egídio, Amanda e Jannyne chegou a ser negado pelo juízo da 4ª Vara Criminal da Capital, mas o desembargador Ricardo Vital de Almeida determinou, posteriormente, as prisões preventivas. No caso de Amanda ela cumpre prisão domiciliar.

 

Fonte: G1

LEIA MAIS
Copyright © 2013 - 2026. Portal do Zacarias - Todos os direitos reservados.