Ministros de Estado comemoraram, nesta quarta-feira (1º/2), a reeleição de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) à presidência do Senado Federal. O parlamentar venceu a disputa contra Rogério Marinho (PL-RN) com placar de 49 a 32 votos. Pacheco era o preferido do Palácio do Planalto.
Após o anúncio do resultado, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, afirmou que a vitória de Pacheco “mostrou o caminho correto” para a defesa da democracia.
Dino foi eleito senador pelo Maranhão e tomou posse nesta quarta. O parlamentar, no entanto, se afastará do cargo para assumir o posto de ministro de Estado.
“O discurso do senador Pacheco, depois de eleito presidente, mostrou o caminho correto, um caminho em que há trabalho conjunto. Ele diz com muita precisão que é dever de todo o Senado e do Congresso Nacional combater o golpismo, o terrorismo. Como senador e eleitor do Rodrigo Pacheco, acho que o resultado foi excelente para o Brasil.
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Foi um resultado que prestigia a vitória da democracia”, disse Dino.A vitória de Pacheco também foi comemorada pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. “A vitória cria um ambiente institucional positivo para que nós possamos avançar naquilo que o Brasil precisa”, afirmou.
Padilha citou pautas prioritárias do governo Lula, como a reforma tributária e a criação de uma nova âncora fiscal. “Isso não é um tema do governo ou da oposição, é um tema de todos. Vamos dialogar também com quem foi derrotado para que a gente possa avançar no nosso projeto de país”, disse.
Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento Social, também celebrou a vitória de Pacheco e falou em “pacificação” entre os Três Poderes.
“A vitória é a vitória da democracia, de um ambiente de pacificação. Uma oportunidade da gente trabalhar de forma integrada nos Três Poderes. O resultado de hoje tem uma força potente para colocar o Brasil em posição de crescimento social e econômico”, afirmou.Votação
Após votação acirrada, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) foi reeleito presidente do Senado Federal. A eleição ocorreu na tarde desta quarta-feira (1º/2), data em que a 57ª legislatura teve início.
Para vencer a disputa, Pacheco, aposta da base aliada do governo Lula, obteve o apoio de 49 senadores. Rogério Marinho (PL-RN), ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL), teve 32 votos.
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São necessários, no mínimo, 41 votos (maioria absoluta) para ser eleito presidente do Senado Federal. Eduardo Girão (Podemos-CE) também estava na disputa mas, para fortalecer Marinho, retirou sua candidatura minutos antes da votação ter início.
Fonte: Metrópoles