A queda do avião no Cazaquistão deixou 38 mortos, entre tripulantes e passageiros. Causa do acidente ainda é investigada
A aeronave da Azerbaijan Airlines, fabricada pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), caiu nessa quarta-feira (25/12) a cerca de 3 km do centro urbano de Aktau. Houve 29 sobreviventes. Vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que a aeronave arrisca um pouso de emergência a cerca de 3 km do centro urbano de Aktau e na costa do Mar Cáspio. Após oscilar no ar e perder altitude, o piloto tenta tocar o solo, mas o avião o atinge com força e pega fogo.
Em outro vídeo, feito no local exato do acidente, aparecem pessoas feridas e desorientadas próximas à fuselagem da aeronave. Equipes de resgate correm para socorrê-las.
O chefe do Centro de Combate à Desinformação do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, Andriy Kovalenko, acusou o Exército russo de estar envolvido no acidente com a aeronave da Embraer, no Cazaquistão. A queda do avião deixou 38 mortos, entre tripulantes e passageiros. A Rússia nega participação. Em publicação no X, a autoridade ucraniana disse que a aeronave foi “abatida por um míssil do sistema de defesa aérea russo”.
Veja também

Força de paz da ONU pede que israelenses se retirem do sul do Líbano
Ataque russo com drones fere 8 na região ucraniana de Dnipropetrovsk
“Admitir isso é inconveniente para todos, então esforços serão feitos para encobrir até mesmo os buracos nas partes restantes da aeronave. Há também imagens de vídeo de dentro do avião, durante o voo, mostrando coletes salva-vidas furados e outros danos”, alegou Kovalenko, segundo o jornal britânico The Guardian.
O avião, que voava da capital do Azerbaijão, Baku, para a cidade russa de Grozny, na Chechênia, caiu em um campo perto de Aktau, no Cazaquistão, após desviar centenas de milhas de sua rota planejada.
A Rússia, por outro lado, minimizou as acusações. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que é necessário esperar a conclusão da investigação antes de “especular” a causa.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
O presidente do Senado do Cazaquistão, Maulen Ashimbayev, também se manifestou contra as alegações. “Essas são especulações e declarações infundadas. E é errado espalhar tais declarações, é antiético”, disse o político.
Fonte: Metrópoles