Documentos com reinvindicações foram entregues após protesto feito nesta quarta-feira (6/12) em Maceió
Nesta quarta-feira (6), o Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL) recebeu dois documento, assinados por movimentos que representam moradores, com reivindicações de moradores, ex-comerciantes e pessoas que ainda residem nos bairros afetados pelo afundamento do solo, fenômeno provocado pela Braskem.
Ao órgão ministerial, o grupo pediu a “participação substantiva das vítimas e de seus representantes na solução dos problemas, em todas as instâncias em que assunto seja abordado”, e a “total responsabilização pela continuação do desastre socioambiental de Maceió à Braskem."
Já na “carta aberta das vítimas da Braskem”, os 23 movimentos e entidades também solicitaram a “não aceitação dos abrigos improvisados para a população ameaçada” e o “pagamento de aluguel-social para as pessoas que devem sair de suas casas ameaçadas, com a devida atualização monetária."
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Os documentos foram entregues aos promotores de Justiça José Antônio Malta Marque, diretor do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça (Caop), e Jorge Dória, que tem atribuições judiciais e extrajudiciais em sede de urbanismo, defesa dos patrimônios artístico, estético, histórico turístico e paisagístico de Maceió.
Segundo o diretor do Caop, a força-tarefa vai se reunir para apreciar as demandas. “Até a sexta-feira da próxima semana, dia 15, daremos um retorno sobre as reivindicações. Vamos verificar, dentro do que prevê a lei, o que pode ser atendido. E, para além disso, vamos esclarecer ainda mais que o está previstos nos acordos celebrados."
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Os documentos foram entregues ao Ministério Público após ato realizado pelos ex-moradores e ex-comerciantes dos bairros afetados, na manhã desta quarta (9), em Maceió.
Fonte: Metropóles