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Moro fala em Sete de Setembro sem povo na rua e recebe críticas: Perdeu, mané
Foto: Reprodução

Senador e ex-ministro de Bolsonaro entoou o mesmo discurso de apoiadores do ex-presidente ao minimizar a participação popular no desfile cívico-militar

O senador Sergio Moro (União-PR), forte opositor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entoou críticas ao engajamento da população no Sete de Setembro, a que se referiu como "cheio de nada, sem povo na rua", reciclando o discurso bolsonarista nas redes nesta quinta-feira. A publicação, porém, levou o parlamentar a receber uma série de comentários questionando o tom da postagem.

 

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Logo após a publicação, feita na tarde desta quinta-feira — portanto, já depois do desfile cívico-militar —, Moro recebeu críticas de internautas que, entre outras coisas, pediam a cassação do mandato do parlamentar e ironizaram seus comentários sobre o Dia da Independência. "Sabe quando as ruas estarão cheias? Quando seu mandato for cassado", afirmou um internauta.

 

Um crítico do senador chegou a fazer comentário ironizando a publicação em citação a uma frase dita pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), quando foi abordado em Nova York por um apoiador de Bolsonaro: "Perdeu, mané, não amola", disse outra internauta.

 

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Outros usuários ironizaram a relação de Moro com o ex-presidente Jair Bolsonaro, de quem foi ministro por pouco mais de um ano. Ainda na composição ministerial no período da transição, o ex-juiz federal foi indicado ministro da Justiça e Segurança Pública, cargo que ocupou até 2020, quando pediu para deixar o posto.

 

Uma das principais críticas foi referente a falas de Bolsonaro no último Sete de Setembro, quando se referiu a si mesmo como "imbrochável". Uma usuária publicou em resposta: "Tá com saudade de ouvir seu ex-chefe gritar que era imbrochável, Sergio? Você pode pedir isso no particular, cara. Seja feliz!".

 

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Moro entoa a lógica de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que também apontaram nas redes um suposto "esvaziamento" do evento na hora da passagem do Rolls Royce presidencial. A chegada do presidente e da primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, porém, ocorre antes do desfile começar, momento em que o carro é acompanhado por um tanque das Forças Armadas. O mesmo procedimento, inclusive, foi adotado pelo ex-presidente durante os eventos oficiais de Sete de Setembro que participou. 

 

Fonte: O Globo

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