Thaina Carolina dos Santos Vieira, 29 anos, estava de moto na Avenida Bernardino de Campos, em Santos (SP), quando o cabo caiu sobre ela, que foi socorrida, cuidada no hospital, mas está afastada do trabalho.
Uma mulher de 29 anos teve o pescoço queimado após ser atingida por um fio da rede de telefonia, em Santos, no litoral de São Paulo. A cuidadora de idosos Thaina Carolina dos Santos Vieira foi levada pelo Corpo de Bombeiros à Unidade de Pronto Atendimento Central (UPA) e liberada após atendimento médico.
A vítima contou que estava de moto com a filha parada em um semáforo na Avenida Bernardino de Campos, no canal 2. Quando o sinal abriu, ela contou ter acelerado e logo sentido um impacto no pescoço. "[Era o fio, que foi] queimando e eu fui tentando me segurar para não deixar minha filha cair".
Thaina contou ter conseguido se equilibrar e diminuir a velocidade até a moto parar. "Quando consegui estacionar na lateral da via, eu tirei o fio do meu pescoço e coloquei minha filha no chão. Em seguida, desmaiei".
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"Estava com a minha filha e eu poderia ter morrido. O fio me enforcando foi uma sensação muito ruim. Dói muito pra eu tomar banho, e não posso trabalhar sendo que recebo por dia".
Quando a vítima recobrou a consciência, disse ter escutado de testemunhas que técnicos da Vivo faziam uma manutenção no local e que ela havia sido atingida por um dos cabos.
"As pessoas me falaram que não era horário para a Vivo passar fio de uma rua para outra. Que era irresponsabilidade e que tinha muita gente passando pela naquele horário". Ainda segundo a vítima, na rua não tinha sinalização de segurança.
O Corpo de Bombeiros foi chamado para socorrer a vítima, que foi levada pela equipe até a UPA Central. "Na unidade, o médico fez exames e verificou meu corpo. Como não quebrei nada, me deram medicação e me liberaram", disse ela.
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APÓS ACIDENTE
A cuidadora falou que os funcionários da empresa não prestaram socorro e não a ajudaram após o acidente. "Ninguém me ofereceu água enquanto eu estava no chão. Os técnicos não perguntaram nem se eu estava viva. Não vi ninguém da empresa se responsabilizar e nem me procurar na UPA". contou.
Fonte: G1