Nadadoras mergulham no Rio Sena para a maratona aquática de Paris-24
Os nadadores olímpicos acreditam ter encontrado uma solução para encarar as águas poluídas do rio Sena, repleto de E. coli, que tem sido uma das grandes polêmicas nas Olimpíadas de Paris: uma lata de Coca-Cola.
Vários atletas de classe mundial juram que o refrigerante açucarado os ajudou a evitar bactérias e qualquer infecção que pudessem contrair ao competir em águas abertas.
"Não há mal nenhum em beber uma Coca-Cola depois de uma corrida", disse Ainsley Thorpe da Nova Zelândia ao "Wall Street Journal" após a prova do triatlo feminino na semana passada. "Se você pesquisar no Google, verá que pode ajudar", acrescentou.
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Os médicos dizem que não há respaldo científico para que a Coca-Cola seja um "remédio" para problema gastroenterológico, mas muitos atletas ainda seguem conselhos dos profissionais ao seu redor em Paris.
"O mito da Coca-Cola é verdadeiro”, disse a nadadora de maratona australiana Moesha Johnson. "Muitas vezes tomamos uma Coca-Cola depois, só para tentar expulsar qualquer coisa que esteja dentro de nós"", completou a atleta, que conquistou a medalha de prata na prova desta quinta-feira (8/8) no Sena. A brasileira Ana Marcela Cunha terminou na quarta posição. A atleta disse ter bebido água do Sena e demonstrou estar apreensiva:
"Vamos ver nos próximos dias."
Os atletas olímpicos também têm tomado coquetéis de probióticos antes e depois das corridas para combater o rio poluído em Paris.
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"Tomei pró-bióticos, bebi meu Yakult, não pude fazer mais" que isso, disse a triatleta belga Jolien Vermeylen, que se aventurou no Sena.
Fonte: Extra