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Nego Di é denunciado pelo Ministério Público por estelionato, lavagem de dinheiro e uso de documento falso
Foto: Reprodução

Influenciador teria obtido cerca de R$ 2,5 milhões por meio de rifas ilícitas

O influenciador, humorista e ex-BBB Nego Di - Dilson Alves da Silva Neto - e sua esposa, Gabriela Sousa, foram denunciados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira, 5, pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e uso de documento falso, além de contravenção penal de promoção de loteria na modalidade de rifas digitais.

 

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MPRS apurou que o humorista obteve, por meio de rifas ilícitas, cerca de R$ 2,5 milhões, referentes a mais de 300 mil transferências bancárias.

 

Na denúncia de estelionato, o órgão diz que o influenciador teria promovido, de forma fraudulenta, a rifa eletrônica de uma Porsche Macan e R$ 150 mil em dinheiro. Ele teria publicado vídeos e utilizado de outros meios para induzir as vítimas.

 

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Neste caso, Nego Di ainda teria, de forma deliberada, transferido o veículo para terceiros, adquirido o próprio número sorteado e publicado um vídeo anunciando um vencedor fictício para o prêmio.

 

O casal também foi denunciado por lavagem de dinheiro, no valor de R$ 2,5 milhões, por atos cometidos entre novembro de 2022 e maio deste ano. Eles teriam, inicialmente, destinado valores de rifas para contas de terceiros e, depois, utilizado a quantia para a aquisição de veículos de luxo, imóveis na Capital, na Serra e no Litoral gaúcho, além de gastos ordinários em benefício próprio.

 

Por fim, a denúncia de uso de documentos falsos por parte de Nego Di é referente à quando ele publicou um comprovante de uma suposta doação de R$ 1 milhão para uma campanha solidária para ajudar as vítimas da enchente no Rio Grande do Sul. No entanto, a operação verdadeira era de apenas R$ 100.

 

De acordo com o promotor de Justiça Flávio Duarte, responsável pela investigação, foi possível ter dimensão exata das infrações penais praticadas e dos valores obtidos pelo casal após a análise de documentos, mídias sociais, celulares, entre outros equipamentos apreendidos na Operação Rifa$, em 12 de julho.

 

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Por meio das redes sociais, as advogadas Tatiana Borsa e Camila Kersch, da defesa do casal, afirmaram que vão provar a “licitude de seus bens, a realização de parte da doação por troca de cachê de publicidade e movimentação financeira lícita”.

 

Fonte:Terra

 

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