O terremoto de magnitude 5,8 atingiu a região central do Japão. Apesar de moderado, o país tenta se recuperar do terremoto de 1º de janeiro
Um terremoto de magnitude 5,8 atingiu a região central do Japão, entre a Península de Noto e a Ilha de Sado, na província de Niigata, nesta terça-feira (9/1), mas sem gerar grandes destruições, segundo informações da Agência Meteorológica do país. O número de mortos causados pelo fenômeno durante o Ano Novo (1º/1) já chega a 200, enquanto 362 pessoas seguem desaparecidas.
Não foram emitidos alertas de tsunami em decorrência ao tremor. Na grande parte do centro norte e da Ilha de Honshu, os tremores sentidos foram leves. Não há relatos de danos ou vítimas como resultado do terremoto desta terça-feira (9/1).
Apesar disso, este último fenômeno pode causar mais danos aos edifícios já enfraquecidos pelo terremoto inicial, bem como dificultar os esforços de recuperação em curso.
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Nos próximos dias, segundo autoridades locais, é provável que ocorram mais tremores, contudo, moderados.
A Agência Meteorológica do Japão (JMA) afirma que diminuiu as possíveis alterações no nível do mar devido ao terremoto ao longo da Península de Noto, Ilha de Sado e na costa do Mar do Japão na província de Niigata. Não se espera que as ondas atinjam mais de 0,2 metros de altura.
MORTOS E DESAPARECIDOS
Nesta terça-feira (9/1), a polícia local começou a vasculhar o que sobrou de um mercado que foi devastado por um incêndio na província de Ishikawa após o grande terremoto do dia de Ano Novo. Autoridades afirmam que o número total de mortos já passa de 200.
Quanto aos desaparecidos, são mais de 300, também segundo autoridades locais. A neve, a chuva e a queda das temperaturas complicaram as operações de socorro. Ainda existem muitas comunidades isoladas, que sofrem com a incerteza da segurança.
Durante uma reunião governamental nesta terça-feira (9/1), o primeiro-ministro Fumio Kishida disse que a situação de socorro “ainda era muito difícil” devido aos tremores secundários, à queda de neve e às temperaturas congelantes.
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“Há pessoas que ainda esperam por ajuda e não sabem se estão seguras ou não. Há pessoas que estão cada vez mais ansiosas em aldeias isoladas. Há famílias que continuam a rezar pela segurança dos seus entes queridos”, disse ele.
Fonte: Metropóles