O último grande ato de covardia do ex-presidente Jair Bolsonaro foi com seu partido, o PL, logo após ser derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no segundo turno das eleições.
Bolsonaro exigiu do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que entrasse com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) questionando a validade de quase 300 mil urnas, e só no segundo turno, fato que poderia, na visão dele, mudar o resultado.
O resultado foi catastrófico para o partido, que acabou tomando uma multa do presidente da Corte, Alexandre de Moraes, de R$ 22,9 milhões aplicada por litigância de má-fé -- quando a Justiça é acionada de forma irresponsável, além do bloqueio das contas da sigla.
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O XIS DA QUESTÃO
O grande problema, no entanto, é que o documento acabou sendo assinado pelo advogado Marcelo Bessa, que tinha uma procuração Costa Neto, representando a coligação.
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Bolsonaro tirou o corpo fora e se negou a assinar, fato que, segundo informa a coluna de Bela Megale, causou grande irritação entre lideranças alinhadas a Valdemar, que, consideraram que o ex-presidente deixou o cacique partidário sozinho e com o “problema no colo”.
Fonte:Fórum